Minha Árvore de Louros, tu sorriste,
Cravejaste uma gota salgada na minha face,
E a minha fortaleza partiste,
Por mais que disfarçar eu tentasse.
Fazes tão pouco para me ter em tuas mãos.
Um palreio, um espirro, algo diferente
E aceleras meu ansioso coração,
Pobre músculo cardíaco condescendente.
Deixas-me de rastos com teus trejeitos,
E um sorriso teu é o acto perfeito
Para tornar maior este estranho amor.
Menina, não faças pouco de mim!
Eu sou só um pobre sonhador
Que nunca sonhou com uma paixão assim.
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Há 54 minutos













