Há cerca de 17 anos, ao entreter-me com uma revista "especializada" em música, lia um artigo, de um erudito qualquer, que vaticinava o fim dos Pearl Jam logo ao 2º álbum. Ironizava o sabichão que o líder da banda se tinha aburguesado, que a música do grupo não respondia à chamada grunge da origem e que estava por isso, esse trabalho, destinado ao fracasso.
O álbum em questão era o "Vs", por sinal um colossal (está na moda) sucesso. Parece-me que para profeta, o tal escritor dava um excelente mestre-d'obras...
Mais 20, sff.
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20 setembro 2011
31 maio 2011
27 maio 2011
12 julho 2010
Pearl Jam
Tenho que falar do concerto de Sábado, dar a minha versão das 2 horas de viagem, mas não tenho tido tempo. Deixo este vídeo como "Teaser"(não é à toa que o Eddie diz q nós somos os que melhor o acompanham nas músicas):
07 dezembro 2009
24 setembro 2009
1991-2009
Entrei na loja um pouco ansioso. Já tinha feito a pré-compra do CD e agora bastava levanta-lo. Percorri os diferentes corredores do estabelecimento à procura do disco e, depois de uma curta diligência, lá estava ele à minha espera.
Peguei naquilo como se pega num filho, com cuidado e com carinho, e levei-o até a caixa.
Saí da loja quase aos pulinhos, há muito que esperava para ouvir meus amigos. Pensei na figura de teen urso que poderia estar (estava) a fazer.
No caminho da loja ao carro retornei por instantes a 1991. Naquele ano comprei o meu primeiro CD e, não por acaso, era dos mesmos autores. Lembrei-me de como era na altura e de quanto aquelas 11 músicas me influenciaram.
Há 18 anos que fazem parte da minha vida. Neste período de tempo tanta coisa mudou, naquela altura eu era mesmo um teen urso, hoje sou apenas urso...
Cheguei à minha querida viatura e introduzi (com cuidado e com carinho... sempre) o disco na ranhura do auto-rádio e lá estavam eles, 18 anos depois e ainda com capacidade para me entreter e, principalmente, surpreender.
Não sei como consegui chegar em segurança à casa já que a viagem foi feita em piloto semi-automático; a partir dos primeiros acordes minha mente vagueou por lembranças e ilusões, deixando tudo à volta desfocado. Não lembro da partida, do trajecto e da chegada. Lembro-me da última música que, curiosamente, tem o nome de "the end", e foi aí que as minhas viagens terminaram.
Agora esta será a banda sonora dos próximos tempos; horas serão bem passadas, novas lembranças serão armazenadas e ficarei em modo "suspenso" por largos momentos.

Peguei naquilo como se pega num filho, com cuidado e com carinho, e levei-o até a caixa.
Saí da loja quase aos pulinhos, há muito que esperava para ouvir meus amigos. Pensei na figura de teen urso que poderia estar (estava) a fazer.
No caminho da loja ao carro retornei por instantes a 1991. Naquele ano comprei o meu primeiro CD e, não por acaso, era dos mesmos autores. Lembrei-me de como era na altura e de quanto aquelas 11 músicas me influenciaram.
Há 18 anos que fazem parte da minha vida. Neste período de tempo tanta coisa mudou, naquela altura eu era mesmo um teen urso, hoje sou apenas urso...
Cheguei à minha querida viatura e introduzi (com cuidado e com carinho... sempre) o disco na ranhura do auto-rádio e lá estavam eles, 18 anos depois e ainda com capacidade para me entreter e, principalmente, surpreender.
Não sei como consegui chegar em segurança à casa já que a viagem foi feita em piloto semi-automático; a partir dos primeiros acordes minha mente vagueou por lembranças e ilusões, deixando tudo à volta desfocado. Não lembro da partida, do trajecto e da chegada. Lembro-me da última música que, curiosamente, tem o nome de "the end", e foi aí que as minhas viagens terminaram.
Agora esta será a banda sonora dos próximos tempos; horas serão bem passadas, novas lembranças serão armazenadas e ficarei em modo "suspenso" por largos momentos.

29 agosto 2009
08 julho 2009
Saudade
Tenho saudade. Saudade de quem ainda não conheci, de quem está, calmamente, a chegar.
E longe dela, sinto-me só, mesmo acompanhado.
Como se pode amar alguém que não se conhece? Como se sente a falta de uma pessoa da qual não se reconhece a face, a voz, o olhar...
Menina, estou longe de ti agora, mas, ao mesmo tempo, perto, numa outra dimensão. Numa dimensão para lá da carne e sangue; numa esfera maior, numa em que, irracionalmente, parece que te conheço há mil anos.
Alguns chamam a esse lugar "amor". E eu já te amo, há tempos, por mais insensato que esse amor possa parecer.
E nestas noites longas, difíceis de passar, longe de ti, eu te espero.
E estes meus amigos vão dando algum alento...
E longe dela, sinto-me só, mesmo acompanhado.
Como se pode amar alguém que não se conhece? Como se sente a falta de uma pessoa da qual não se reconhece a face, a voz, o olhar...
Menina, estou longe de ti agora, mas, ao mesmo tempo, perto, numa outra dimensão. Numa dimensão para lá da carne e sangue; numa esfera maior, numa em que, irracionalmente, parece que te conheço há mil anos.
Alguns chamam a esse lugar "amor". E eu já te amo, há tempos, por mais insensato que esse amor possa parecer.
E nestas noites longas, difíceis de passar, longe de ti, eu te espero.
E estes meus amigos vão dando algum alento...
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