19 março 2008
Gasouro!
"O gasóleo vai chegar aos 1,5€ até o final do ano" Correio da Manhã
Dessa maneira, minhas prendas de natal vão ser bidões de gasóleo!
Dessa maneira, minhas prendas de natal vão ser bidões de gasóleo!
14 março 2008
Quem rouba quem?
29 fevereiro 2008
27 fevereiro 2008
Cara de bosta
Já não é novidade que é gasto muito mais dinheiro em pesquisas para novos produtos de beleza do que para o desenvolvimento de novas drogas contra a malária, tuberculose ou, até mesmo, a sida.
Isto tem uma explicação que a maioria conhece e que a lógica é, no mínimo, imbecil.
Tudo isso porque, ao apreciar um pouco da publicidade televisiva, fiquei espantado com um dos novos produtos para contrariar o inevitável, ou seja, a idade.
O produto em questão chama-se: diadermine age excellium. Isto tem, como um dos seus componentes, proteínas de caviar.
O caviar, como todos sabem, vem do Esturjão, um dos muitos peixes em grande perigo de extinção. Matam um peixe, que pode chegar aos 900 Kg (beluga), para tirar 1/2 dúzia de quilos de ovas que depois esfregam nas fuças!!!
As pessoas estão tão preocupadas com o que parecem que se esquecem do que verdadeiramente são...
Fica uma pergunta: se dissermos às pessoas que o galinhaço ou o estrume de vaca diminuem as rugas veremos caras cheias de moscas?
Isto tem uma explicação que a maioria conhece e que a lógica é, no mínimo, imbecil.
Tudo isso porque, ao apreciar um pouco da publicidade televisiva, fiquei espantado com um dos novos produtos para contrariar o inevitável, ou seja, a idade.
O produto em questão chama-se: diadermine age excellium. Isto tem, como um dos seus componentes, proteínas de caviar.
O caviar, como todos sabem, vem do Esturjão, um dos muitos peixes em grande perigo de extinção. Matam um peixe, que pode chegar aos 900 Kg (beluga), para tirar 1/2 dúzia de quilos de ovas que depois esfregam nas fuças!!!
As pessoas estão tão preocupadas com o que parecem que se esquecem do que verdadeiramente são...
Fica uma pergunta: se dissermos às pessoas que o galinhaço ou o estrume de vaca diminuem as rugas veremos caras cheias de moscas?
26 fevereiro 2008
É tudo placebo!
"Prozac não funciona" Expresso
Há algum tempo, na Sic notícias, foi apresentada uma investigação feita pela BBC onde uma, enorme, empresa farmacêutica havia escondido resultados comprometedores acerca dos efeitos de um dos antidepressivos mais utilizados na clínica médica. Estes resultados eram relativos ao aumento da tendência suicida nos adolescentes que tomavam a medicação. Pois bem, resumindo, houve alteração dos resultados, corrupção de professores de medicina de universidades conceituadas a nível mundial, tudo para que o fármaco fosse aprovado para a indicação do tratamento em crianças e jovens. No entanto, foram descober
tos milhares de documentos comprometedores que confirmam os resultados iniciais e o antidepressivo, actualmente, não é utilizado para aquelas faixas etárias.
Existem muitos estudos que afirmam a eficácia destas substâncias, mas existem vários outros que tentam, subtilmente, afirmar o contrário.
O que se pode afirmar de verdade é que o lobby das farmacêuticas é extremamente forte e quem acaba por pagar é o pobre doente.
Há algum tempo, na Sic notícias, foi apresentada uma investigação feita pela BBC onde uma, enorme, empresa farmacêutica havia escondido resultados comprometedores acerca dos efeitos de um dos antidepressivos mais utilizados na clínica médica. Estes resultados eram relativos ao aumento da tendência suicida nos adolescentes que tomavam a medicação. Pois bem, resumindo, houve alteração dos resultados, corrupção de professores de medicina de universidades conceituadas a nível mundial, tudo para que o fármaco fosse aprovado para a indicação do tratamento em crianças e jovens. No entanto, foram descober
tos milhares de documentos comprometedores que confirmam os resultados iniciais e o antidepressivo, actualmente, não é utilizado para aquelas faixas etárias.Existem muitos estudos que afirmam a eficácia destas substâncias, mas existem vários outros que tentam, subtilmente, afirmar o contrário.
O que se pode afirmar de verdade é que o lobby das farmacêuticas é extremamente forte e quem acaba por pagar é o pobre doente.
Barrotes
Que o rapaz é chato, pretensioso e incomodativo, ok.
Que tem um tique, extraordinariamente, irritante (o dedo médio e os óculos) e que não percebe nada de futebol, tudo bem.
Mas agressão? 3 covardes (encapuçados)que usam barrotes de madeira contra um fulano desarmado e desprevenido? E tudo isso por um assunto tão insignificante, desinteressante e inútil como o futebol?
Nessa lógica, como é que devemos tratar os nossos políticos, esses sim com influência directa na nossa vida diária?
Tá tudo doido?
Não morro de amores por este senhor, mas há coisas que não se fazem... nem ao Rui Santos!!!
Que tem um tique, extraordinariamente, irritante (o dedo médio e os óculos) e que não percebe nada de futebol, tudo bem.
Mas agressão? 3 covardes (encapuçados)que usam barrotes de madeira contra um fulano desarmado e desprevenido? E tudo isso por um assunto tão insignificante, desinteressante e inútil como o futebol?
Nessa lógica, como é que devemos tratar os nossos políticos, esses sim com influência directa na nossa vida diária?
Tá tudo doido?
Não morro de amores por este senhor, mas há coisas que não se fazem... nem ao Rui Santos!!!
22 fevereiro 2008
Velinhas
Por favor, alguém me explique o que é uma vela.
Eu sempre pensei que uma vela era um pedaço de cera, com um pavio por dentro, com o intuito de iluminar e... mais nada.
Agora, o que é uma vela para uma mulher?
A vela para um ser feminino serve para, mais ou menos, tudo. Serve para enfeitar, para dar cheiro, para servir de suporte, para prenda, para receber como prenda, para segurar livros... e, de vez em quando, se faltar a luz, para iluminar.
Diálogo entre mulheres:
-'tás a ver aquela vela (pedaço de cera verde em forma de árvore de natal)?
-Ai, é tão gira!
- Pois é, só 15 € na loja Tal!
- Oh, que pechincha!!!
Dinheiro gasto em velinhas, que ultrapasse o 1€ por um maço de 1 dúzia, é dinheiro mal gasto!
Aqui algumas regras para a utilização de velas:
1- As velas servirão para queimar, derreter e fazer uma pequena luz. Qualquer outra utilização estará reservada para casos extremamente excepcionais.
2- A utilização para fins românticos tem sido fonte de debate intenso pois, para o homem, tanto faz existir vela ou não: ele sempre estará a pensar na sua própria vela.
3- O único cheiro que a vela deverá ter é: cheiro à vela! Se a casa cheira mal, talvez o cheiro da vela não seja o maior dos seus dilemas...
4- Não deverão ter outra cor para além do branco, a não ser se for para fazer algum feitiço e aí pode-se usar uma vela vermelha ou preta!
5- A única forma que a vela terá de ter é a forma de uma vela. Formas de coração, bonequitos, barcos, bolas gigantes, pirâmides, quadrados, isto, não servem para o objectivo final de uma vela.
6- Uma utilidade alternativa será usa-las em cima de um bolo, mas sempre limitadas a 2 por aniversário(e nada daquela paneleirice de velas que nunca se apagam,sff).
7- O dinheiro dado por uma vela deverá ser quase simbólico e pagar apenas o material usado para fazer a vela, ou seja, a cera e o pavio. A forma, cheiro e a cor deverão ser gratuitos.
8- A única ocasião onde um conjunto de pessoas se poderá juntar com velas será na procissão das velas.
9- O número de velas a ter em casa deverá ser o estritamente necessário, ou seja: uma. Se se acender uma vela com outra vela, significa que existe uma vela a mais no domicílio.
10- Não se deverá elogiar a beleza de uma vela, elas não são giras nem cheiram bem: são simplesmente velas e devem ficar reduzidas a isso.
11- O único lugar onde um homem poderá aceitar ser homenageado com uma vela (branca!) será no seu funeral.
12- Um homem não deverá sorrir perante uma vela que não seja branca e não cheire a uma normal vela; se esboçar um sorriso, por menor que seja, deve-se questionar sobre a sua masculinidade.
13- O orçamento mensal, para a compra de velas, nunca poderá ultrapassar o orçamento diário para a compra de pionés.
14- As únicas velas de que um homem poderá falar são as velas do seu carro.
15- O homem só poderá investir nas velas do seu próprio iate.
As velas são realmente um flagelo e é um dever, de todo o homem, lutar contra esta exploração. A tropa é voluntária, mas a luta contra a idade da cera não!!!
Esta era da cera colorida tem de acabar!
Chega de cheirinhos a canela! Chega de bocados de cera sob a forma de figuras geométricas não cilíndricas!
Viva a electricidade! Viva a lâmpada económica!
Uni-vos!!!
Eu sempre pensei que uma vela era um pedaço de cera, com um pavio por dentro, com o intuito de iluminar e... mais nada.
Agora, o que é uma vela para uma mulher?
A vela para um ser feminino serve para, mais ou menos, tudo. Serve para enfeitar, para dar cheiro, para servir de suporte, para prenda, para receber como prenda, para segurar livros... e, de vez em quando, se faltar a luz, para iluminar.
Diálogo entre mulheres:
-'tás a ver aquela vela (pedaço de cera verde em forma de árvore de natal)?
-Ai, é tão gira!
- Pois é, só 15 € na loja Tal!
- Oh, que pechincha!!!
Dinheiro gasto em velinhas, que ultrapasse o 1€ por um maço de 1 dúzia, é dinheiro mal gasto!
Aqui algumas regras para a utilização de velas:
1- As velas servirão para queimar, derreter e fazer uma pequena luz. Qualquer outra utilização estará reservada para casos extremamente excepcionais.
2- A utilização para fins românticos tem sido fonte de debate intenso pois, para o homem, tanto faz existir vela ou não: ele sempre estará a pensar na sua própria vela.
3- O único cheiro que a vela deverá ter é: cheiro à vela! Se a casa cheira mal, talvez o cheiro da vela não seja o maior dos seus dilemas...
4- Não deverão ter outra cor para além do branco, a não ser se for para fazer algum feitiço e aí pode-se usar uma vela vermelha ou preta!
5- A única forma que a vela terá de ter é a forma de uma vela. Formas de coração, bonequitos, barcos, bolas gigantes, pirâmides, quadrados, isto, não servem para o objectivo final de uma vela.
6- Uma utilidade alternativa será usa-las em cima de um bolo, mas sempre limitadas a 2 por aniversário(e nada daquela paneleirice de velas que nunca se apagam,sff).
7- O dinheiro dado por uma vela deverá ser quase simbólico e pagar apenas o material usado para fazer a vela, ou seja, a cera e o pavio. A forma, cheiro e a cor deverão ser gratuitos.
8- A única ocasião onde um conjunto de pessoas se poderá juntar com velas será na procissão das velas.
9- O número de velas a ter em casa deverá ser o estritamente necessário, ou seja: uma. Se se acender uma vela com outra vela, significa que existe uma vela a mais no domicílio.
10- Não se deverá elogiar a beleza de uma vela, elas não são giras nem cheiram bem: são simplesmente velas e devem ficar reduzidas a isso.
11- O único lugar onde um homem poderá aceitar ser homenageado com uma vela (branca!) será no seu funeral.
12- Um homem não deverá sorrir perante uma vela que não seja branca e não cheire a uma normal vela; se esboçar um sorriso, por menor que seja, deve-se questionar sobre a sua masculinidade.
13- O orçamento mensal, para a compra de velas, nunca poderá ultrapassar o orçamento diário para a compra de pionés.
14- As únicas velas de que um homem poderá falar são as velas do seu carro.
15- O homem só poderá investir nas velas do seu próprio iate.
As velas são realmente um flagelo e é um dever, de todo o homem, lutar contra esta exploração. A tropa é voluntária, mas a luta contra a idade da cera não!!!
Esta era da cera colorida tem de acabar!
Chega de cheirinhos a canela! Chega de bocados de cera sob a forma de figuras geométricas não cilíndricas!
Viva a electricidade! Viva a lâmpada económica!
Uni-vos!!!
17 fevereiro 2008
Teimoso como um burro?
12 fevereiro 2008
Liga dourada
"Valentim Loureiro diz que vai ganhar por 15 X 0" Jornal de Notícias
Parece que neste tipo de jogo não há páreo par o Major (isso até o PC entrar em campo!)

"Nana, nana, nana!"
Parece que neste tipo de jogo não há páreo par o Major (isso até o PC entrar em campo!)

"Nana, nana, nana!"
Enola gay?
03 fevereiro 2008
Mão no bolso
Parece que eles não desistem. Os bancos insistem em tentar cobrar a tal taxa (de 1,50€!!!) por cada levantamento no multibanco.
Urge, sim meus senhores, urge, fazer-se alguma coisa contra estes larápios.
Enquanto distraem o público com marmeladas à BCP, com seus palhaços de plantão, tipo o Joe, e publicidades com modelos bonitos a encontrarem o primeiro amor, ou ainda "slogans" aqui vou ser feliz, mexem-se à surdina para nos fornicarem.
Assim não pode ser. Será que eu tenho que sustentar essa cambada? Eles nem estão a fazer um grande favor quando guardam o meu pobre dinheirito!
Corre uma petição na Net para tentar travar este, vamos dizer, grande ROUBO. Já vai em mais de 168.000 assinaturas e está em:
http://www.petitiononline.com/bancatms/
façam o favor de assinar para que eu possa não pagar de cada vez que queira recuperar um pouco do meu próprio dinheiro!!!
Vejam mais info aqui
Urge, sim meus senhores, urge, fazer-se alguma coisa contra estes larápios.
Enquanto distraem o público com marmeladas à BCP, com seus palhaços de plantão, tipo o Joe, e publicidades com modelos bonitos a encontrarem o primeiro amor, ou ainda "slogans" aqui vou ser feliz, mexem-se à surdina para nos fornicarem.
Assim não pode ser. Será que eu tenho que sustentar essa cambada? Eles nem estão a fazer um grande favor quando guardam o meu pobre dinheirito!
Corre uma petição na Net para tentar travar este, vamos dizer, grande ROUBO. Já vai em mais de 168.000 assinaturas e está em:
http://www.petitiononline.com/bancatms/
façam o favor de assinar para que eu possa não pagar de cada vez que queira recuperar um pouco do meu próprio dinheiro!!!
Vejam mais info aqui
01 fevereiro 2008
Será que foi?
Depois de utentes, doentes, autarcas, médicos, enfermeiros, oposições e os restantes, terem mandado o Sr. Correia de Campos para a me$#%, o ca$#7(), a pu%" que o pariu e levar no c$, pelo qual será que decidiu??
Hábito
"Este ministro da saúde não presta!!!"
"Olha, já mudámos de ministro da saúde."
"Ah,ok, é a força do hábito. Mas esta nova ministra também não vai prestar, vais ver!"
"Olha, já mudámos de ministro da saúde."
"Ah,ok, é a força do hábito. Mas esta nova ministra também não vai prestar, vais ver!"
31 janeiro 2008
Nobel de que paz?
Durão Barroso foi proposto para o Nobel da paz. Pergunta: porquê?
Será que foi por ter organizado aquela reunião com Bush, Blair e Aznar nos Açores, há uns anos atrás, onde se decidiu, pacificamente, bombardear o Afeganistão? Será, será?
Será que foi por ter organizado aquela reunião com Bush, Blair e Aznar nos Açores, há uns anos atrás, onde se decidiu, pacificamente, bombardear o Afeganistão? Será, será?
A semana
Esta semana tem sido um pouco estranha, senão vejamos: tigres à solta, ministros novos (da saúde?), o Sporting a vencer...
Ainda bem que amanhã é sexta-feira!
Ainda bem que amanhã é sexta-feira!
28 janeiro 2008
Está tudo explicado...
No Jornal da Noite da SIC:
Jornalista: "..então viu o pára-quedas do piloto?"
Indivíduo: "Sim, já só vi quando o piloto se tinha injectado!!!"
Ok, não foi à toa que o avião caiu...
Jornalista: "..então viu o pára-quedas do piloto?"
Indivíduo: "Sim, já só vi quando o piloto se tinha injectado!!!"
Ok, não foi à toa que o avião caiu...
27 janeiro 2008
Futebol Confusão do Porto
É génio! É talentoso! É habilidoso, engenhoso, enorme... anormal!!!
Jesualdo consegui novamente. Destrui uma equipa com mais uma das suas ideias de véspera de clássico. Não confia no povo que diz "em equipa que ganha não se mexe", não, ele é que sabe. E o Sporting (com sorte) lá ganhou o jogo.
E tivemos direito a avestruz, sim, porque aquilo que o vosso amigo (não meu) Helton fez foi lindo; "seria cómico se não fosse trágico!".
Aqui está a táctica do FCP no início do jogo:
Começou bem. Vejamos: Cech a médio esquerdo e quaresma como colega do Lizandro à frente. Isso prometia...porcaria.
Então eis que o SCP faz 1x0 num verdadeiro aviário do Hélton e então o super Jesualdo muda o esquema para:
Então, temos o people todo a atacar, hã? Pois é. E o resultado é 2x0!
2º tempo e o pseudo treinador muda novamente. Desfaz a merda que fez no início e põem mais uma argentino para se dançar o tango:
No fim do jogo usa a sua táctica preferida, onde ninguém sabe o que faz, mas não sabe de uma forma estratégica e bem estudada. Mesmo a Jesualdo. Ei-la:

Jesualdo, um conselho: não invente, faxavôr!!! E como disseste há algum tempo atrás: "ganhar é como lavar os dentes", se quiseres tenho o número de uns dentistas amigos meus... deves estar a precisar.
Parabéns ao Sporting, que não tem culpa nenhuma!
Jesualdo consegui novamente. Destrui uma equipa com mais uma das suas ideias de véspera de clássico. Não confia no povo que diz "em equipa que ganha não se mexe", não, ele é que sabe. E o Sporting (com sorte) lá ganhou o jogo.
E tivemos direito a avestruz, sim, porque aquilo que o vosso amigo (não meu) Helton fez foi lindo; "seria cómico se não fosse trágico!".
Aqui está a táctica do FCP no início do jogo:
Então eis que o SCP faz 1x0 num verdadeiro aviário do Hélton e então o super Jesualdo muda o esquema para:
2º tempo e o pseudo treinador muda novamente. Desfaz a merda que fez no início e põem mais uma argentino para se dançar o tango:
Jesualdo, um conselho: não invente, faxavôr!!! E como disseste há algum tempo atrás: "ganhar é como lavar os dentes", se quiseres tenho o número de uns dentistas amigos meus... deves estar a precisar.
Parabéns ao Sporting, que não tem culpa nenhuma!
26 janeiro 2008
Bundão II
Depois das palavras de Scolari, um dos visados não se coibiu de responder.
No caso, Miguel Veloso dá uma entrevista exclusiva ao Record de hoje. Nessa entrevista diz o quão difícil é ter bunda grande e encontrar calções do mesmo nº, da dificuldade em deixas as drogas doces e as bandeletes, entre outras estupidezes que não interessam a, absolutamente, ninguém!
Na entrevista, explica também que a bunda grande deve-se aos inúmeros tapas que recebe no rabo ao longo dos jogos e treinos, ficando assim com "edema nadegueiro" situação frequente em jogadores de futebol e _______ros.
Fica aqui a capa do diário:
No caso, Miguel Veloso dá uma entrevista exclusiva ao Record de hoje. Nessa entrevista diz o quão difícil é ter bunda grande e encontrar calções do mesmo nº, da dificuldade em deixas as drogas doces e as bandeletes, entre outras estupidezes que não interessam a, absolutamente, ninguém!
Na entrevista, explica também que a bunda grande deve-se aos inúmeros tapas que recebe no rabo ao longo dos jogos e treinos, ficando assim com "edema nadegueiro" situação frequente em jogadores de futebol e _______ros.
Fica aqui a capa do diário:
A ilha
Carlos Tê escreveu um poema que eu gostaria de ter escrito. Eu na minha insignificância quedo-me por fazer uma vénia a esse mestre. Depois, vem um sr. do norte musicar o que já era perfeito e esse conjunto transforma-se num ícone musical.
Eu, há já algum tempo, também fui marinheiro, mas a minha ilha é minha demais para pôr aqui na net; fica um clone como ilustração.
A ilha
(Carlos Tê - Rui Veloso)
Fiz-me ao mar com lua cheia
A esse mar de ruas e cafés
Com vagas de olhos a rolar
Que nem me viam no convés
Tão cegas no seu vogar
E assim fui na monção
Perdido na imensidão
Deparei com uma ilha
Uma pequena maravilha
Meio submersa
Resistindo à toada
Deu-me dois dedos de conversa
Já cheia de andar calada
Tinha um olhar acanhado
E uma blusa azul-grená
Com o botão desapertado
E por dentro tão ousado
Um peito sem soutien
Ancoramos num rochedo
Sacudimos o sal e o medo
Falámos de música e cinema
Lia fernando pessoa
E às vezes também fazia um poema
E no cabelo vi-lhe conchas
E na boca uma pérola a brilhar
Despiu o olhar de defesa
Pôs-me o mapa sobre a mesa
Deu-me conta dessas ilhas
Arquipélagos ao luar
Com os areais estendidos
Contra a cegueira do mar
Esperando veleiros perdidos
Eu, há já algum tempo, também fui marinheiro, mas a minha ilha é minha demais para pôr aqui na net; fica um clone como ilustração.
A ilha
(Carlos Tê - Rui Veloso)
Fiz-me ao mar com lua cheia
A esse mar de ruas e cafés
Com vagas de olhos a rolar
Que nem me viam no convés
Tão cegas no seu vogar
E assim fui na monção
Perdido na imensidão
Deparei com uma ilha
Uma pequena maravilha
Meio submersa

Resistindo à toada
Deu-me dois dedos de conversa
Já cheia de andar calada
Tinha um olhar acanhado
E uma blusa azul-grená
Com o botão desapertado
E por dentro tão ousado
Um peito sem soutien
Ancoramos num rochedo
Sacudimos o sal e o medo
Falámos de música e cinema
Lia fernando pessoa
E às vezes também fazia um poema
E no cabelo vi-lhe conchas
E na boca uma pérola a brilhar
Despiu o olhar de defesa
Pôs-me o mapa sobre a mesa
Deu-me conta dessas ilhas
Arquipélagos ao luar
Com os areais estendidos
Contra a cegueira do mar
Esperando veleiros perdidos
25 janeiro 2008
Bundão!!!
Não sei qual o sentido da "bunda grande".
"Bundão", quer dizer que existem jogadores covardes, que pouco fazem para se defenderem.
Talvez, tenha dito "bunda grande" no sentido da vaidade de alguns jogadores nacionais.
Se foi apenas em relação ao físico dos "boleiros", hum, aquele bigode e a pose de durão nunca me enganaram...
Talvez, alguns não tenham jogado nada esta época e, pela quantidade de mer#$ que fizeram nos clubes, ganharam esta alcunha carinhosa do "mister".
No entanto, tive acesso a uma foto, um pouco comprometedora, do Deco num dos jogos da selecção:
E em Homenagem ao grande Scolari, transcrevo aqui um poema do, enorme, Carlos Drummond de Andrade
A bunda, que engraçada
A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda
redunda.
21 janeiro 2008
Optimismo?
"Na zona euro, só o governo português prevê uma aceleração" in Público
Aceleração? Para onde?
Hum... talvez... quem sabe...
Aceleração? Para onde?
Hum... talvez... quem sabe...
20 janeiro 2008
Arma Mortífera
Hoje faz-se história! Prestem atenção:
"Eu estou solidário contigo, caro Sócrates!" Catsone
O homem tem razão quando diz que querem usar o bebé de Anadia como "arma de arremesso".
Ok, fecharam-se as urgências, o ministro da saúde é um energúmeno e as urgências de Coimbra estão a rebentar, mas alguém será capaz de dizer que a criança, que já estava morta antes de o INEM chegar, sobreviveria com as urgências em funcionamento? Teriam, essas mesmas urgências, poderes mágicos de ressuscitação? Teriam o dom da cura instantânea?
Quando o próprio pai vem reconhecer, publicamente, que a criança já teria sido encontrada morta e que o INEM fez o que pôde, vêm o PSD e o CDS, demagogicamente, pedir explicações sobre o ocorrido? Mas que falta de originalidade, de lucidez e inteligência!
As explicações são simples: a criança teria um problema congénito, foi encontrada cianosada e em paragem respiratória e já não se poderia fazer muito mais do que foi feito.
Se eu fosse de Anadia teria vergonha do aproveitamento, puramente político, que o Sr(?) presidente da câmara está a fazer desta morte. Não sou a favor do encerramento desse serviço, mas ir para as ruas cuspindo frases feitas a incitar uma população (já) susceptibilizada é, no mínimo, insensato e desumano!
Faça-se oposição à política de saúde do governo, mas de forma ordeira e inteligente. O que o Sr. Campos Correia espera é que as populações se esqueçam do que está a acontecer. Crê piamente na fraca memória do povo português. Isso já aconteceu com o fecho das maternidades, lembram-se? Não? Pois é ninguém já questiona a falta dos blocos de partos... isso já passou, ninguém mais se lembra ou luta por eles.
Ao PSD e ao CDS, enfiem a cabeça na areia e escondam-se! A incompetência é rainha nesses partidos, e não é por nada que o PS seria reeleito se as eleições fossem hoje. Quando o líder de um desses partidos é um médico e vem utilizar este caso como arma política, algo está mal, mesmo muito mal.
Ao nosso PM, era bom que eu concordasse mais consigo, mas infelizmente, por algum motivo, isso é raro.
"Eu estou solidário contigo, caro Sócrates!" Catsone
O homem tem razão quando diz que querem usar o bebé de Anadia como "arma de arremesso".
Ok, fecharam-se as urgências, o ministro da saúde é um energúmeno e as urgências de Coimbra estão a rebentar, mas alguém será capaz de dizer que a criança, que já estava morta antes de o INEM chegar, sobreviveria com as urgências em funcionamento? Teriam, essas mesmas urgências, poderes mágicos de ressuscitação? Teriam o dom da cura instantânea?
Quando o próprio pai vem reconhecer, publicamente, que a criança já teria sido encontrada morta e que o INEM fez o que pôde, vêm o PSD e o CDS, demagogicamente, pedir explicações sobre o ocorrido? Mas que falta de originalidade, de lucidez e inteligência!
As explicações são simples: a criança teria um problema congénito, foi encontrada cianosada e em paragem respiratória e já não se poderia fazer muito mais do que foi feito.
Se eu fosse de Anadia teria vergonha do aproveitamento, puramente político, que o Sr(?) presidente da câmara está a fazer desta morte. Não sou a favor do encerramento desse serviço, mas ir para as ruas cuspindo frases feitas a incitar uma população (já) susceptibilizada é, no mínimo, insensato e desumano!
Faça-se oposição à política de saúde do governo, mas de forma ordeira e inteligente. O que o Sr. Campos Correia espera é que as populações se esqueçam do que está a acontecer. Crê piamente na fraca memória do povo português. Isso já aconteceu com o fecho das maternidades, lembram-se? Não? Pois é ninguém já questiona a falta dos blocos de partos... isso já passou, ninguém mais se lembra ou luta por eles.
Ao PSD e ao CDS, enfiem a cabeça na areia e escondam-se! A incompetência é rainha nesses partidos, e não é por nada que o PS seria reeleito se as eleições fossem hoje. Quando o líder de um desses partidos é um médico e vem utilizar este caso como arma política, algo está mal, mesmo muito mal.
Ao nosso PM, era bom que eu concordasse mais consigo, mas infelizmente, por algum motivo, isso é raro.
Pérolas
No seguimento dos acontecimentos de Anadia, colhi estas duas pérolas nos telejornais:
"...eu já sei muito, mas não sei tudo..." Correia de Campos, quando perguntado sobre o que se passara à frente do hospital de Anadia.
"...se o presidente não entende esta situação, o que dizer de um cidadão vulgar?" Paulo Portas, sobre o mesmo assunto.
Duas ilações:
1- Afinal o Ministro da Saúde não é omnisciente;
2- O PR, segundo PP, é um ser invulgar e superior.
"...eu já sei muito, mas não sei tudo..." Correia de Campos, quando perguntado sobre o que se passara à frente do hospital de Anadia.
"...se o presidente não entende esta situação, o que dizer de um cidadão vulgar?" Paulo Portas, sobre o mesmo assunto.
Duas ilações:
1- Afinal o Ministro da Saúde não é omnisciente;
2- O PR, segundo PP, é um ser invulgar e superior.
19 janeiro 2008
18 janeiro 2008
Dèjá vu
"Carolina Salgado acusa Pinto da Costa de ter comprado a irmã" In Público
Pois é, é a chamada força do hábito...
Pois é, é a chamada força do hábito...
Porquê manter anónimo?
Tenho aqui no blog um link para o blog "cu do mundo". Num dos seus grandiosos posts encontrei este comentário deixado lá por um anónimo. É um texto do escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo, por isso os "erros" de português. Achei extraordinariamente engraçado e é pecado ficar escondido.
Divirtam-se:
"Um dia de merda"
Luíz Fernando Veríssimo (verídico)
Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.
Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”
Divirtam-se:
"Um dia de merda"
Luíz Fernando Veríssimo (verídico)
Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.
Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”
17 janeiro 2008
Quem dá mais?
O "24 horas" é uma fonte que nunca (é) seca!
Ao que os Mccan vieram responder: "- ISSO É QUE ERA BOM!!!"
Por mais triste que seja o desaparecimento de uma criança, a situação acima é ainda muito mais triste.
Vamos lá quantificar a dor que se pode ter quando um filho desaparece, hum, talvez seja assim: "- Eu gosto mais da minha filha do que da Madaleine, por isso eu sofro mais pela minha Mari, então sofro mais que os ingleses. Esses britânicos não sabem sofrer como deve ser!"
Enquanto isso temos estas genialidades espalhadas pela Web:

...
Ao que os Mccan vieram responder: "- ISSO É QUE ERA BOM!!!"Por mais triste que seja o desaparecimento de uma criança, a situação acima é ainda muito mais triste.
Vamos lá quantificar a dor que se pode ter quando um filho desaparece, hum, talvez seja assim: "- Eu gosto mais da minha filha do que da Madaleine, por isso eu sofro mais pela minha Mari, então sofro mais que os ingleses. Esses britânicos não sabem sofrer como deve ser!"
Enquanto isso temos estas genialidades espalhadas pela Web:
...
Estrondoso!
"Penamacor: força aérea diz que estrondos foram provocados por aceleração inadvertida de F-16." in Público
No entanto outras hipóteses foram apontadas:
- Carocha 73;
- Rotura das canalizações de gás;
- Festa da fava e do feijão de Penamacor 2008 em honra de Santo Odor.
No entanto outras hipóteses foram apontadas:
- Carocha 73;
- Rotura das canalizações de gás;
- Festa da fava e do feijão de Penamacor 2008 em honra de Santo Odor.
14 janeiro 2008
12 janeiro 2008
Caminho $
Há algum tempo o Sr. Balhau comentou um post que fiz e perguntava o que era feito dos seus impostos. Fiz uma explanação extra ordinária e, como sou vaidoso, vou transcrever o texto.
Ei-lo:
Caminho dos teus impostos:
1- Saída do teu bolso;
2- Entrada no "mistério" das finanças;
3- Saída do "mistério" das finanças para o lugar misterioso do ministério;
4- Uma offshore qualquer recebe de braços abertos os teus impostos;
5- Teus impostos bebem, fumam, fazem sexo violento com moedas estrangeiras e apanham uma DST qualquer;
6- Teus impostos juntam-se a outros impostos e voltam para Lisboa num voo charter de uma empresa aérea venezuelana;
7- Na alfândega descobrem contrabando nas malas dos teus impostos pelo que teve de explicar a origem daquilo;
8- Teus impostos juntam-se aos outros e depois de anos de separação, resolvem fazer-te uma visita;
9- Reparas que eles estão muita mais magros e pequenos do que quando os conheceste.
10- Eles logo se cansam e vão-se embora.
A pergunta que se impõem é: porque estes impostos estavam tão pequenos , magros e chupados?
Eis as razões: Quando foram para Lisboa foram assaltados quando passavam pela Amadora, mas escaparam com uma boa parte do dinheiro. Chegando ao mistério das finanças foram drogados com clorofórmio e enviados para a América Central. No entanto, tiveram que pagar a viagem. Nesse destino pagaram bebidas, tabaco, drogas e putas. Voltaram para Lisboa onde tiveram que tratar a DST que apanharam em viagem, pagaram tudo isso. Por fim, e porque estava sem papel, o ministro das finanças teve que usar aquela nota que usaste para pagar o imposto sobre o combustível, para limpar o cu depois de defecar.
Pronto é mais coisa menos coisa.
Ei-lo:
Caminho dos teus impostos:
1- Saída do teu bolso;
2- Entrada no "mistério" das finanças;
3- Saída do "mistério" das finanças para o lugar misterioso do ministério;
4- Uma offshore qualquer recebe de braços abertos os teus impostos;
5- Teus impostos bebem, fumam, fazem sexo violento com moedas estrangeiras e apanham uma DST qualquer;
6- Teus impostos juntam-se a outros impostos e voltam para Lisboa num voo charter de uma empresa aérea venezuelana;
7- Na alfândega descobrem contrabando nas malas dos teus impostos pelo que teve de explicar a origem daquilo;
8- Teus impostos juntam-se aos outros e depois de anos de separação, resolvem fazer-te uma visita;
9- Reparas que eles estão muita mais magros e pequenos do que quando os conheceste.
10- Eles logo se cansam e vão-se embora.
A pergunta que se impõem é: porque estes impostos estavam tão pequenos , magros e chupados?
Eis as razões: Quando foram para Lisboa foram assaltados quando passavam pela Amadora, mas escaparam com uma boa parte do dinheiro. Chegando ao mistério das finanças foram drogados com clorofórmio e enviados para a América Central. No entanto, tiveram que pagar a viagem. Nesse destino pagaram bebidas, tabaco, drogas e putas. Voltaram para Lisboa onde tiveram que tratar a DST que apanharam em viagem, pagaram tudo isso. Por fim, e porque estava sem papel, o ministro das finanças teve que usar aquela nota que usaste para pagar o imposto sobre o combustível, para limpar o cu depois de defecar.
Pronto é mais coisa menos coisa.
11 janeiro 2008
Fuga dos sapos
Perigo
É extremamente perigosa a decisão do governo em anunciar a construção do novo aeroporto para Alcochete.
Será que ninguém se lembrou de que ali está a academia do Sporting? O Purovic ainda faz cair um Boeing!!!
Será que ninguém se lembrou de que ali está a academia do Sporting? O Purovic ainda faz cair um Boeing!!!
Presente de grego?
"Hélder Postiga no Panathinaikos" in O Jogo
Este não é o cavalo de Tróia, mas também tem perna de pau!
Este não é o cavalo de Tróia, mas também tem perna de pau!
10 janeiro 2008
O Intratável Vs o Intragável
Vinha eu, por uma avenida de Coimbra, quando olho para o lado e vejo um cartaz a promover um evento, num dia qualquer de Janeiro (que não convém saber qual), no casino da Figueira da Foz. Evento esse que tem o nome de "Tertúlia do Contraditório com Mário Soares e Pacheco Pereira".
Parabéns aqueles que tentam promover uma coisa dessas, porque deve ser um feito hercúleo fazer com que pessoas normais apareçam, de livre e espontânea vontade, num encontro dessa natureza.
Deveria existir um manual de sobrevivência a reuniões extremamente enfadonhas, das quais esta, é um exemplo de livro. Algumas das regras poderiam ser beber quantidades industriais de café ou redbull, levar dois palitos de fósforo, usar um travesseiro como apoio para cabeça ou rabo, ou ainda, uma pistola com uma só bala.
Penso que o contraditório é o título ideal para este encontro, porque é óbvio que isto não chama pessoas, que gostam de jogar, para o casino.
Voltando ao triste sarau, os dois intervenientes representam aquilo que eu acho ser a definição do chato. O chato é aquela pessoa a qual se pergunta se está tudo bem e ela passa a explicar. Perguntem a eles se acham que amanhã vai chover, o Soares diz que o acto de chover é uma imposição de um Deus no qual ele não acredita e que deveria de respeitar alguém tão velho quanto ele; o Pacheco diria que se chover isso representaria um recuo do PS nas intenções de manter a seca que já dura há quase 3 anos.
O que estes dois formam é um conjunto de dois chatos ou, para ser mais politicamente correcto, enfadonhos, fastidiosos, aborrecidos, fatigantes.
Vai ser mesmo um ajuntamento super-mega-hiper-ri-chato, onde vão aparecer grandes lambe-botas a tentar apanhar nem que seja um perdigotozito do xôtor Mário Soares e um pouco de sebo do Pacheco.
Acho que, mesmo assim, o Casino não se esforçou muito. Isto poderia ser muito, mas mesmo muito, mais repugnante se convidassem outras estrelas do tédio, como por exemplo o Xôtor Marcelo, o Rui Santos e o Miguelito do Equador. Isso é que era, não haveria funerais ou discursos de ditadores latino-americanos que fizessem frente à uma reunião como essa!
Se quiserem destruir uma relação amorosa apareçam acompanhados, com a vítima, pelo Casino da Figueira!
Parabéns aqueles que tentam promover uma coisa dessas, porque deve ser um feito hercúleo fazer com que pessoas normais apareçam, de livre e espontânea vontade, num encontro dessa natureza.
Deveria existir um manual de sobrevivência a reuniões extremamente enfadonhas, das quais esta, é um exemplo de livro. Algumas das regras poderiam ser beber quantidades industriais de café ou redbull, levar dois palitos de fósforo, usar um travesseiro como apoio para cabeça ou rabo, ou ainda, uma pistola com uma só bala.
Penso que o contraditório é o título ideal para este encontro, porque é óbvio que isto não chama pessoas, que gostam de jogar, para o casino.
Voltando ao triste sarau, os dois intervenientes representam aquilo que eu acho ser a definição do chato. O chato é aquela pessoa a qual se pergunta se está tudo bem e ela passa a explicar. Perguntem a eles se acham que amanhã vai chover, o Soares diz que o acto de chover é uma imposição de um Deus no qual ele não acredita e que deveria de respeitar alguém tão velho quanto ele; o Pacheco diria que se chover isso representaria um recuo do PS nas intenções de manter a seca que já dura há quase 3 anos.
O que estes dois formam é um conjunto de dois chatos ou, para ser mais politicamente correcto, enfadonhos, fastidiosos, aborrecidos, fatigantes.
Vai ser mesmo um ajuntamento super-mega-hiper-ri-chato, onde vão aparecer grandes lambe-botas a tentar apanhar nem que seja um perdigotozito do xôtor Mário Soares e um pouco de sebo do Pacheco.
Acho que, mesmo assim, o Casino não se esforçou muito. Isto poderia ser muito, mas mesmo muito, mais repugnante se convidassem outras estrelas do tédio, como por exemplo o Xôtor Marcelo, o Rui Santos e o Miguelito do Equador. Isso é que era, não haveria funerais ou discursos de ditadores latino-americanos que fizessem frente à uma reunião como essa!
Se quiserem destruir uma relação amorosa apareçam acompanhados, com a vítima, pelo Casino da Figueira!
07 janeiro 2008
Susexo de bilheteira
O cinema português está de parabéns, sim sr. Foi lançado no fim de 2007 mais uma obra-prima da 7ª arte lusa: "Call Girl".
Este filme tem história, mas o que interessa a porra da história se no "teaser" da película vê-se a Soraia Chaves, com as suas gémeas ao léu, a dizer "sentes como estou molhada?". A partir daí que se fôda o argumento!!! Será que existe algum génio da escrita que consiga criar algo que faça retomar a atenção do marmanjo à porcaria da narrativa? Hum, não creio.
Novamente no "trailer", pode-se, se se prestar muita atenção, observar uma bela nádega envolvendo um fio-dental que penso ser preto. Não é que todo o resto perdeu o interesse? A porcaria da fotografia, o figurino, os figurantes, foi tudo à vida...
Quanto ao enredo, parece-me que a personagem principal está apaixonada por um gajo qualquer que a páginas tantas, numa cena de pura beleza, encosta a menina à parede para fod... fazer amor com ela; esta, apaixonada, diz "é agora que dizes que me amas?". Ó minha cara amiga, um gajo para te saltar às cuecas é capaz de dizer as maiores barbaridades do mundo, que tu és a mais bela, que a tua mãe é um espectáculo, que quer ir aos saldos contigo... qual a dificuldade de dizer "amo-te"?
Novamente um dos actores principais é o Nicolau Breyner. Foi um ano em grande para o amigo Nico. Depois de "Cu rompição" consegue mais este grande susexo de bilheteira. Pena é que, talvez, se calhar, sem viagra... fique apenas pela ficção.
Pontos altos do filme? Quando a Soraia está em decúbito dorsal são dois e também os créditos finais.
Pois é, neste ano que começa e no qual vamos comemorar o centenário do Sr Manoel de Oliveira, se não engripar até lá, vamos esperar que os nossos cineastas continuem a apostar no cinema fantástico.
Este filme tem história, mas o que interessa a porra da história se no "teaser" da película vê-se a Soraia Chaves, com as suas gémeas ao léu, a dizer "sentes como estou molhada?". A partir daí que se fôda o argumento!!! Será que existe algum génio da escrita que consiga criar algo que faça retomar a atenção do marmanjo à porcaria da narrativa? Hum, não creio.
Novamente no "trailer", pode-se, se se prestar muita atenção, observar uma bela nádega envolvendo um fio-dental que penso ser preto. Não é que todo o resto perdeu o interesse? A porcaria da fotografia, o figurino, os figurantes, foi tudo à vida...
Quanto ao enredo, parece-me que a personagem principal está apaixonada por um gajo qualquer que a páginas tantas, numa cena de pura beleza, encosta a menina à parede para fod... fazer amor com ela; esta, apaixonada, diz "é agora que dizes que me amas?". Ó minha cara amiga, um gajo para te saltar às cuecas é capaz de dizer as maiores barbaridades do mundo, que tu és a mais bela, que a tua mãe é um espectáculo, que quer ir aos saldos contigo... qual a dificuldade de dizer "amo-te"?
Novamente um dos actores principais é o Nicolau Breyner. Foi um ano em grande para o amigo Nico. Depois de "Cu rompição" consegue mais este grande susexo de bilheteira. Pena é que, talvez, se calhar, sem viagra... fique apenas pela ficção.
Pontos altos do filme? Quando a Soraia está em decúbito dorsal são dois e também os créditos finais.
Pois é, neste ano que começa e no qual vamos comemorar o centenário do Sr Manoel de Oliveira, se não engripar até lá, vamos esperar que os nossos cineastas continuem a apostar no cinema fantástico.
06 janeiro 2008
Futeboxe
04 janeiro 2008
Adivinha
O que o Ministro da Saúde não consegue fechar mais rápido que as urgências?
(Resposta nos comentários)
(Resposta nos comentários)
02 janeiro 2008
Inspire...
Sobre a lei anti-tabaco só me apetece cantar:
"É proibido Fumar..."
Viva a liberdade de não ter que aspirar o que já esteve dentro de outra pessoa!!!
"É proibido Fumar..."
Viva a liberdade de não ter que aspirar o que já esteve dentro de outra pessoa!!!
01 janeiro 2008
Feliz 2008???
Não foram apenas os impostos, os combustíveis, a electricidade, o gás, as portagens, o pão, os transportes, as taxas moderadoras dos serviços de saúde e a água que aumentaram, foi também a frustração, o repúdio, a revolta, a indignação, a descrença, o descontentamento e a falta de fé neste país.
Se a virada do ano serve como desculpa para aumentar tudo então que fiquemos sempre no 31 de Dezembro de um ano qualquer.
Como posso desejar bom ano novo ao PM José Sócrates?
Se a virada do ano serve como desculpa para aumentar tudo então que fiquemos sempre no 31 de Dezembro de um ano qualquer.
Como posso desejar bom ano novo ao PM José Sócrates?
31 dezembro 2007
Ano Novo e terceiro sentido
Os desejos de "bom ano novo" alteram-se com a personalidade e/ou profissões das pessoas. Por Exemplo:
Terrorista: "Desejo um BUM ...ano novo"
Proctologista: " A todos um bom ânus novo"
Chocólatra: " Desejo um bom-bom ano novo"
Tarado: "Para todos um Bumbum ano novo"
Homem sexual: "Desejo um bom ânus... ouviram? Um bom ânus!"
Catsone: A todos um excelente ano novo!
Terrorista: "Desejo um BUM ...ano novo"
Proctologista: " A todos um bom ânus novo"
Chocólatra: " Desejo um bom-bom ano novo"
Tarado: "Para todos um Bumbum ano novo"
Homem sexual: "Desejo um bom ânus... ouviram? Um bom ânus!"
Catsone: A todos um excelente ano novo!
Desejo de Ano Novo
Por ser último dia de 2007, tenho que fazer um desejo para o ano que chega.
Como costumo (ou não) ser humilde nos pedidos que faço, não fugirei à regra.
Desejo que o Sr. Ministro da Saúde parta uma perna, a caçar no meio da mata, há cerca de 60 km do serviço de urgência mais próximo e de preferência numa região montanhosa de Trás-os-Montes. Pode ser?
Como costumo (ou não) ser humilde nos pedidos que faço, não fugirei à regra.
Desejo que o Sr. Ministro da Saúde parta uma perna, a caçar no meio da mata, há cerca de 60 km do serviço de urgência mais próximo e de preferência numa região montanhosa de Trás-os-Montes. Pode ser?
27 dezembro 2007
Agora é que está tudo fo#$#%!!!
Como se não bastasse a pobreza, o fundamentalismo, o fanatismo religioso (redundância?), os problemas com o ocidente e com os vizinhos e a possibilidade de uma guerra iminente, ainda foram contratar o Artur Jorge???
Isso é pior que a guerra... ou talvez não... ou, quem sabe, talvez...
Isso é pior que a guerra... ou talvez não... ou, quem sabe, talvez...
24 dezembro 2007
21 dezembro 2007
Eu também já vi!
Afinal existem mesmo! Aquelas cenas do "Portugal no seu melhor" andam por aí; e fiquei tão feliz e espantado de ver uma "ao vivo"!
Ei-la:
Parece que o raio do poste de electricidade não se desviou nem um centímetro, o raio. Solução: construir envolvendo-o na arquitectura.
(Mas ainda têm que pagar a conta da luz!)
Ei-la:
(Mas ainda têm que pagar a conta da luz!)
20 dezembro 2007
18 dezembro 2007
Piada desértica, o maldito regresso
Um amigo meu foi à Rep. Checa, mas gostou mesmo foi da Alemanha: "...lá as miúdas são todas pré-checas..."
17 dezembro 2007
Futebolês
Na TSF "... fulano vem com a bola e tem a disposição um jogador aberto no canto..."
Apanhei um susto mas fiquei aliviado, ainda bem que não era um jogador aberto ao meio!!!
Apanhei um susto mas fiquei aliviado, ainda bem que não era um jogador aberto ao meio!!!
12 dezembro 2007
Chinesices
Escrevi outro dia sobre a alegria de comprar uma impressora sem cabo para ligá-la ao pc.
Pois bem, passados uns dias (?) fui comprar um cabo a uma loja dos chineses.
Devo dizer que é uma aventura.
Primeiro tive que evitar todos os orientais que queriam me sedar com clorofórmio para que pudessem roubar um dos meus lindos e funcionantes "rinses".
Depois, evitei a tentação de comprar coisas que serviam para tudo sem que servissem efectivamente para alguma coisa, tipo um aparador dos pelos do nariz e ouvidos, ou um conjunto de 20 USB's para ligar um aquecedor de chávenas ao pc...
Ainda, para chegar mais próximo do que queria, tive que desviar de 20 senhoras que entupiam o corredor e tentavam aproveitar as vantagens financeiras de bugigangas feitas no oeste obscuro da China.
Finalmente cheguei à prateleira pretendida. Encontrei vários tipos de cabos, extensão USB, extensão de teclado, extensão disto, daquilo e daquilo outro. O interessante foi constatar que todas as embalagens diziam exactamente o mesmo: "Extensão de Teclado". Até podia trazer uma tomada tripla lá dentro, não importava, passava a ser extensão de teclado.
Pensei, olhei, reflecti e comprei o cabo. Aqui está ele:
Fui para casa todo satisfeito. Pensava "viva o povo chinês, que trabalha em prol do consumidor, fabricando coisas boas a bons preços. Sim senhor, eu queria era ser chinês!".
Cheguei a casa e obviamente o cabo não funcionava...
Passei a ser aquele tanque na praça Tiananmen.
Pois bem, passados uns dias (?) fui comprar um cabo a uma loja dos chineses.
Devo dizer que é uma aventura.
Primeiro tive que evitar todos os orientais que queriam me sedar com clorofórmio para que pudessem roubar um dos meus lindos e funcionantes "rinses".
Depois, evitei a tentação de comprar coisas que serviam para tudo sem que servissem efectivamente para alguma coisa, tipo um aparador dos pelos do nariz e ouvidos, ou um conjunto de 20 USB's para ligar um aquecedor de chávenas ao pc...
Ainda, para chegar mais próximo do que queria, tive que desviar de 20 senhoras que entupiam o corredor e tentavam aproveitar as vantagens financeiras de bugigangas feitas no oeste obscuro da China.
Finalmente cheguei à prateleira pretendida. Encontrei vários tipos de cabos, extensão USB, extensão de teclado, extensão disto, daquilo e daquilo outro. O interessante foi constatar que todas as embalagens diziam exactamente o mesmo: "Extensão de Teclado". Até podia trazer uma tomada tripla lá dentro, não importava, passava a ser extensão de teclado.
Pensei, olhei, reflecti e comprei o cabo. Aqui está ele:
Fui para casa todo satisfeito. Pensava "viva o povo chinês, que trabalha em prol do consumidor, fabricando coisas boas a bons preços. Sim senhor, eu queria era ser chinês!".Cheguei a casa e obviamente o cabo não funcionava...
Passei a ser aquele tanque na praça Tiananmen.
07 dezembro 2007
Africa minha!
Desculpem lá a imagem, mas é mais ou menos assim que vejo (ou talvez não) esta cimeira UE-África!
Mais profetas!
- José Miguel Júdice: novo Bastonário da Ordem dos Advogados "vai dar cabo da profissão" - Público
Pois, como se isso fosse difícil...
Pois, como se isso fosse difícil...
Mediumtontisses!
Embebido no espírito de natal, o amigo Cu deu-me permissão para utilizar estas pérolas neste cantinho, bem haja grandíssimo Cu!
Bem, não pude deixar de compartilhar, com aqueles que se perdem por aqui, estes dois...hum... imbecis? Pode ser? ok, então, estes dois... vi dentes, mediuntados, ou o catso que os lixem!
Eis o 1º:
Fernão de Magalhães, já no séc. XV, circum-navegou pela 1ª vez o mundo. Naquela altura foi algo extraordinário.
Não sei se este Magalhães é descendente daquele, mas o que ele "diz" ser capaz não deixa, também, de ser extraordinário, bem, neste caso será: extra-ordinário.
Como o navegador, este Magalhães almeja assistir a todo o mundo com sua caridade, mas para isso precisa da colaboração dos que vivem no Brasil e lhe possam da, desculpem, DOAR algum pilim. O real está a valer uma fortuna.
Como diria um homossexual: "é dando que se recebe", e Magalhães quer dar tudo o que primeiro quer que lhe dêem.
Fiquei estúpido de facto com o cu ridículo, ops, curriculum deste homem: engenheiro (colega do Sócrates?), matemático, psicólogo, filosofo, sociólogo, fisiologista (?), Prof. Universitário, etc, etc, e muito mais!
Meus caros Amigos, olhemos agora (se conseguirmos) de forma séria para a fotografia ao lado...
Pergunta: muito mais o quê? O que pode mais, um homem que afirma fazer tudo isto , ser ou fazer?
Resposta: aldrabão, impostor, charlatão, pescador, intrujão, pantomineiro e político.
Diz que descobriu a quarta parte da mente. Isso é mesmo verdade: mente, e muito!
Fernão Magalhães circum-navegou, este Magalhães não é navegador: ficou-se pelo circo!
E o que dizer deste Cromo?
Só coisas boas: ex-travesti, ex-presidiário, ex-bruxo, ex-tudo, dass, este gajo não se contenta com nada?
O ex-portador do vírus é fácil de explicar: tinha-o no bolso e perdeu-o em algum lugar, só pode.
Mas depois de tudo isso, fiquei muito mais impressionado com a esposa, pois, se não tinha útero e depois, como que por milagre, lhe brotou um novinho em folha, eu, definitivamente, preferia conhecê-la em detrimento deste fulano.
Que porra de milagre pode ser recebido das mãos deste homem? Espero que pelo menos ele as lave primeiro!!!
Vejam também outro texto no blog Cu do Mundo!
Bem, não pude deixar de compartilhar, com aqueles que se perdem por aqui, estes dois...hum... imbecis? Pode ser? ok, então, estes dois... vi dentes, mediuntados, ou o catso que os lixem!
Eis o 1º:
Fernão de Magalhães, já no séc. XV, circum-navegou pela 1ª vez o mundo. Naquela altura foi algo extraordinário.Não sei se este Magalhães é descendente daquele, mas o que ele "diz" ser capaz não deixa, também, de ser extraordinário, bem, neste caso será: extra-ordinário.
Como o navegador, este Magalhães almeja assistir a todo o mundo com sua caridade, mas para isso precisa da colaboração dos que vivem no Brasil e lhe possam da, desculpem, DOAR algum pilim. O real está a valer uma fortuna.
Como diria um homossexual: "é dando que se recebe", e Magalhães quer dar tudo o que primeiro quer que lhe dêem.
Fiquei estúpido de facto com o cu ridículo, ops, curriculum deste homem: engenheiro (colega do Sócrates?), matemático, psicólogo, filosofo, sociólogo, fisiologista (?), Prof. Universitário, etc, etc, e muito mais!
Meus caros Amigos, olhemos agora (se conseguirmos) de forma séria para a fotografia ao lado...
Pergunta: muito mais o quê? O que pode mais, um homem que afirma fazer tudo isto , ser ou fazer?
Resposta: aldrabão, impostor, charlatão, pescador, intrujão, pantomineiro e político.
Diz que descobriu a quarta parte da mente. Isso é mesmo verdade: mente, e muito!
Fernão Magalhães circum-navegou, este Magalhães não é navegador: ficou-se pelo circo!
E o que dizer deste Cromo?Só coisas boas: ex-travesti, ex-presidiário, ex-bruxo, ex-tudo, dass, este gajo não se contenta com nada?
O ex-portador do vírus é fácil de explicar: tinha-o no bolso e perdeu-o em algum lugar, só pode.
Mas depois de tudo isso, fiquei muito mais impressionado com a esposa, pois, se não tinha útero e depois, como que por milagre, lhe brotou um novinho em folha, eu, definitivamente, preferia conhecê-la em detrimento deste fulano.
Que porra de milagre pode ser recebido das mãos deste homem? Espero que pelo menos ele as lave primeiro!!!
Vejam também outro texto no blog Cu do Mundo!
06 dezembro 2007
Triste África
Aí está ela: a cimeira Europa-África. Logo aí já começa a falhar. Porquê não se chama cimeira África-Europa? Até por ordem alfabética faz mais sentido! Bando de racistas!
Em frente.
Esta cimeira está a suscitar enorme expectativa.
Por exemplo, o PNR está excitadíssimo com esta cimeira. O Neo-nazi-racista Mário Machado está radiante com a possibilidade de desancar em mais alguns africanos: "baixos, altos, magros, gordos, mais ou menos pretos, eu tenho o que é preciso: taco de baseboll, pistolas, gás pimenta...".
Entretanto, de África vêm vários democratas demonstrar o quão abertas são as suas governações. Temos o Presidente da Líbia, Muammar Kadafi, que, para demonstrar o seu desapego às coisas materiais, recebe os seus convidados em tendas; puro gesto de humildade.
Do Zimbábue vem o presidente Robert Mugabe, que por ser um excelente contador de ditos populares, é considerado o maior ditador de África.
De Angola chega o milionário presidente José Eduardo dos Santos, que vem ensinar o Joe Berardo a falar Português.
Mas muito mais, temos extremistas ruandeses, guerrilheiros sudaneses, tiranos etíopes, déspotas nigerianos, opressores do Chade... escolham os vossos piores. Parece quase imposição ter um ignóbil à frente do governo para ser um típico governo africano.
Da Europa estão os melhores valores, a começar pelo projecto a ditadorzito, José Sócrates, e o representante da globalizadora UE, Durão Barroso. Cheios de boas intenções, os nossos amigos.
Estes senhores, obviamente, estão reunidos para defender os interesses dos seus povos como a erradicação da fome, a cessação das inúmeras guerras, o término da destruição da fauna e flora, a eliminação da pobreza extrema, a liberdade de expressão e a erradicação das doenças... esperem, hum... talvez não seja bem isso...???... há, pois, estão para discutir matérias primas, diamantes, petróleo, armas... sim, claro... investimentos, trocas de favores, influências... tudo bons propósitos. Tão amigos os europeus, tentam sempre cuidar bem das ex-colónias, talvez até queiram voltar a explorá-las novamente, quem sabe?
Triste África, tão mal governada, tão sofrida e ignorada...
Triste Europa, tal mal governada, tão hipócrita e interesseira...
A cereja seria a participação dos EUA nesta cimeira, isso é que era super!
Em frente.
Esta cimeira está a suscitar enorme expectativa.
Por exemplo, o PNR está excitadíssimo com esta cimeira. O Neo-nazi-racista Mário Machado está radiante com a possibilidade de desancar em mais alguns africanos: "baixos, altos, magros, gordos, mais ou menos pretos, eu tenho o que é preciso: taco de baseboll, pistolas, gás pimenta...".
Entretanto, de África vêm vários democratas demonstrar o quão abertas são as suas governações. Temos o Presidente da Líbia, Muammar Kadafi, que, para demonstrar o seu desapego às coisas materiais, recebe os seus convidados em tendas; puro gesto de humildade.
Do Zimbábue vem o presidente Robert Mugabe, que por ser um excelente contador de ditos populares, é considerado o maior ditador de África.
De Angola chega o milionário presidente José Eduardo dos Santos, que vem ensinar o Joe Berardo a falar Português.
Mas muito mais, temos extremistas ruandeses, guerrilheiros sudaneses, tiranos etíopes, déspotas nigerianos, opressores do Chade... escolham os vossos piores. Parece quase imposição ter um ignóbil à frente do governo para ser um típico governo africano.
Da Europa estão os melhores valores, a começar pelo projecto a ditadorzito, José Sócrates, e o representante da globalizadora UE, Durão Barroso. Cheios de boas intenções, os nossos amigos.
Estes senhores, obviamente, estão reunidos para defender os interesses dos seus povos como a erradicação da fome, a cessação das inúmeras guerras, o término da destruição da fauna e flora, a eliminação da pobreza extrema, a liberdade de expressão e a erradicação das doenças... esperem, hum... talvez não seja bem isso...???... há, pois, estão para discutir matérias primas, diamantes, petróleo, armas... sim, claro... investimentos, trocas de favores, influências... tudo bons propósitos. Tão amigos os europeus, tentam sempre cuidar bem das ex-colónias, talvez até queiram voltar a explorá-las novamente, quem sabe?
Triste África, tão mal governada, tão sofrida e ignorada...
Triste Europa, tal mal governada, tão hipócrita e interesseira...
A cereja seria a participação dos EUA nesta cimeira, isso é que era super!
04 dezembro 2007
Nome esquisito
Ao jantar:
Esposa: Acho que o nosso vizinho chama-se Mário.
Eu: Pelo que a mulher tá sempre a chamá-lo, acho que o nome dele é Cabrão!
Esposa: Acho que o nosso vizinho chama-se Mário.
Eu: Pelo que a mulher tá sempre a chamá-lo, acho que o nome dele é Cabrão!
03 dezembro 2007
02 dezembro 2007
Ode à águia ferida
Ó águia, ave ferida,
Porquê jazes no chão?
Porquê não estás erguida
Com teu ar campeão?
Será por teres sido batida
Pelo grande Dragão?
Por ter sido invadida
Pelos que não têm perdão?
Tu, águia, dizes-te imperial,
Nobre membro da monarquia.
Mas não existe em Portugal
Quem nos dê mais alegria
Que o nosso Reicardo, fenomenal,
A fazer truques de magia.
Tornando-te em nada, banal,
Figura de melancolia.
Águia, dizes-te a melhor do mundo.
Não pensas em ser modesta.
Mas, em apenas um segundo,
Com a pouca força que te resta,
Cais como um moribundo
Aos pés dos que detestas.
Bates rapidamente no fundo
Enquanto nós fazemos a festa.
Ó águia, pobre ave de rapina,
Elevas-te no ar destemida,
Mas de forma repentina,
Viste-te novamente remetida
À tua tristonha sina:
Ser novamente, facilmente, vencida!
Porquê jazes no chão?
Porquê não estás erguida
Com teu ar campeão?
Será por teres sido batida
Pelo grande Dragão?
Por ter sido invadida
Pelos que não têm perdão?
Tu, águia, dizes-te imperial,

Nobre membro da monarquia.
Mas não existe em Portugal
Quem nos dê mais alegria
Que o nosso Reicardo, fenomenal,
A fazer truques de magia.
Tornando-te em nada, banal,
Figura de melancolia.
Águia, dizes-te a melhor do mundo.
Não pensas em ser modesta.
Mas, em apenas um segundo,
Com a pouca força que te resta,
Cais como um moribundo
Aos pés dos que detestas.
Bates rapidamente no fundo
Enquanto nós fazemos a festa.
Ó águia, pobre ave de rapina,
Elevas-te no ar destemida,
Mas de forma repentina,
Viste-te novamente remetida
À tua tristonha sina:
Ser novamente, facilmente, vencida!
01 dezembro 2007
Impressionante
Hoje arrisquei-me e fui ao Continente (passe a publicidade) adquirir uma impressora.
Enfrentei uma fila de automóveis e descobri um lugar exíguo para enfiar o carro.
Lá me acotovelei com a multidão e fui escolher a dita impressora.
No meio do meio (redundância) milhão de modelos decidi-me por uma que considerei razoável. É bonita. É pequena. É da mesma marca que o meu computador. "Deve ser boa".
Olhei para a caixa e vi o conteúdo: tinteiros, cabos de electricidade, papel de fotografia, etc, etc...
Fui para a caixa da loja e esperei pelo meu lugar na imensa fila.
Relutantemente, paguei o que pediram.
Procurei o meu carro, que entretendo perdi no mar do estacionamento, com a caixa da impressora na mão.
Cheguei a casa excitado para montar a impressora.
"Ok, está ligada à electricidade. Já meti os tinteiros. 'Pera aí, onde está o cabo USB? Não está na caixa; não está no saco; não está dentro da impressora..."
Leio o manual: "conteúdo: tinteiro, papel, cd, impressora (?), cabo electricidade, cabo USB*"
"Deixa-me lá ver que asterisco é este:hum... pode estar incluído...". Mas que grandes F da P. "
Conclusão: o que era realmente necessário para que se ligue o pc à pêga da impressora a caixa não trazia!
Só de pensar que, tenho que voltar à loja para comprar a porcaria de um cabo USB e aguentar este espírito natalino todo aglomerado naquele espaço... fico com vontade de:
Enfrentei uma fila de automóveis e descobri um lugar exíguo para enfiar o carro.
Lá me acotovelei com a multidão e fui escolher a dita impressora.
No meio do meio (redundância) milhão de modelos decidi-me por uma que considerei razoável. É bonita. É pequena. É da mesma marca que o meu computador. "Deve ser boa".
Olhei para a caixa e vi o conteúdo: tinteiros, cabos de electricidade, papel de fotografia, etc, etc...
Fui para a caixa da loja e esperei pelo meu lugar na imensa fila.
Relutantemente, paguei o que pediram.
Procurei o meu carro, que entretendo perdi no mar do estacionamento, com a caixa da impressora na mão.
Cheguei a casa excitado para montar a impressora.
"Ok, está ligada à electricidade. Já meti os tinteiros. 'Pera aí, onde está o cabo USB? Não está na caixa; não está no saco; não está dentro da impressora..."
Leio o manual: "conteúdo: tinteiro, papel, cd, impressora (?), cabo electricidade, cabo USB*"
"Deixa-me lá ver que asterisco é este:hum... pode estar incluído...". Mas que grandes F da P. "
Conclusão: o que era realmente necessário para que se ligue o pc à pêga da impressora a caixa não trazia!
Só de pensar que, tenho que voltar à loja para comprar a porcaria de um cabo USB e aguentar este espírito natalino todo aglomerado naquele espaço... fico com vontade de:
30 novembro 2007
Sim, claro...
"Governo garante que não haverá pressões para saber quem aderiu à greve" Público

"-Ó Sócrates, achas que ele fala alguma coisa?

"-Ó Sócrates, achas que ele fala alguma coisa?
29 novembro 2007
Meu vício V
Amigo: Ei, sempre vieste ter connosco!
Eu: Ya, tive liberdade condicional
Barman: Então o que vai tomar?
Eu: Pode ser um café
Amigo: Um café? Toma mas é alguma coisa com álcool
Eu: Ok. Quero um licor
Barman: De quê?
Eu: hum... pode ser um Tijuana.
Eu: Ya, tive liberdade condicional
Barman: Então o que vai tomar?
Eu: Pode ser um café
Amigo: Um café? Toma mas é alguma coisa com álcool
Eu: Ok. Quero um licor
Barman: De quê?
Eu: hum... pode ser um Tijuana.
26 novembro 2007
Prioridades trocadas
"Professora britânica presa no Sudão por chamar Mohammed a um ursinho de peluche" in Público
Isso pode valer até 3 meses de prisão. Governantes e religiosos sudaneses estão fulos da vida pelo "insulto".
E o responsável pelo sofrimento deste Mohammed sudanês, de que vai ser acusado? Como vai ser castigado?
Este Mohammed vai juntar-se rapidamente a Alá...
Mete nojo este fundamentalismo.
Bando de ursos!
Isso pode valer até 3 meses de prisão. Governantes e religiosos sudaneses estão fulos da vida pelo "insulto".
E o responsável pelo sofrimento deste Mohammed sudanês, de que vai ser acusado? Como vai ser castigado?
Este Mohammed vai juntar-se rapidamente a Alá...
Mete nojo este fundamentalismo.
Bando de ursos!
25 novembro 2007
Meu vício IV
"-Amanhã de manhã, vou pedir um café pra nós dois... (Roberto Carlos)
- Cala-te e dorme que ainda são 2 da manhã!!!"
- Cala-te e dorme que ainda são 2 da manhã!!!"
24 novembro 2007
Jumento
Puns Gigantes?
Foi em Setúbal. Foi em Loures.
Parece que em Portugal estamos com problema em segurar os gases.
(não foi sempre assim?)
Parece que em Portugal estamos com problema em segurar os gases.
(não foi sempre assim?)
23 novembro 2007
Meu vício II
"-Olá Catsone, bom dia!
- SÓ SE FOR PARA TI!!!
- Ainda não tomaste café hoje, pois não?
- MAS ÉS BRUXO Ó QUÊ?
-Anda daí, que pago-te um café.
-'brigadinho, 'tava mesmo a precisar..."
- SÓ SE FOR PARA TI!!!
- Ainda não tomaste café hoje, pois não?
- MAS ÉS BRUXO Ó QUÊ?
-Anda daí, que pago-te um café.
-'brigadinho, 'tava mesmo a precisar..."
Meu Vício I
"- Ó fod#-$#. Olha, já não há café!
- Já acabou. Vou deixar de comprar café aqui para casa.
- Ei, há formas mais directas de se pedir o divórcio!"
- Já acabou. Vou deixar de comprar café aqui para casa.
- Ei, há formas mais directas de se pedir o divórcio!"
Deus nos livre!
20 novembro 2007
Nem todas as Chaves abrem portas
Obviamente não podia deixar de comentar a presença do, intragável, presidente da Venezuela no nosso país.
Primeiro quero dizer que, se este país é de todos, cabe-me então um pequeno pedaço. Eu não convidei o Chaves para visitar Portugal. Ele, por minha parte, não é bem-vindo.
Porém, o indivíduo pulula pelos "caminhos de Portugal".
Uma conversa entre o nosso 1º e o sr presidente deve ser deveras interessante. O Chaves a falar do seu amor/ódio pelo Bush e o Sócrates: "Sabe, nosso défice é de 3%".
Uma pequena parte da conversa:
Chave - "Amigo, aquel perro americano, genocida, encarnación del diablo..."
Sócrate - "Quem?"
Chaves - " Bush, tio mierda!"
Sócrates - "Qual é o défice dele? Tem TGV? Senão não vale nada mesmo!"
Obcecados, dass!
No entanto, Sócrates tem muito a aprender com Chaves.
Um exemplo é a relação com os média: o nosso 1º tenta, por tudo, controlar os jornalistas da RTP; Chaves não tem só os jornalistas da estatal venezuelana nas mãos como também mandou fechar a maior televisão privada do país.
A TVI que se cuide!
"Viva la puta Revolución!!!"
Primeiro quero dizer que, se este país é de todos, cabe-me então um pequeno pedaço. Eu não convidei o Chaves para visitar Portugal. Ele, por minha parte, não é bem-vindo.
Porém, o indivíduo pulula pelos "caminhos de Portugal".
Uma conversa entre o nosso 1º e o sr presidente deve ser deveras interessante. O Chaves a falar do seu amor/ódio pelo Bush e o Sócrates: "Sabe, nosso défice é de 3%".
Uma pequena parte da conversa:
Chave - "Amigo, aquel perro americano, genocida, encarnación del diablo..."
Sócrate - "Quem?"
Chaves - " Bush, tio mierda!"
Sócrates - "Qual é o défice dele? Tem TGV? Senão não vale nada mesmo!"
Obcecados, dass!
No entanto, Sócrates tem muito a aprender com Chaves.
Um exemplo é a relação com os média: o nosso 1º tenta, por tudo, controlar os jornalistas da RTP; Chaves não tem só os jornalistas da estatal venezuelana nas mãos como também mandou fechar a maior televisão privada do país.
A TVI que se cuide!
"Viva la puta Revolución!!!"
19 novembro 2007
Cheira à Lisboa!
Pessoas que passavam a frente da Assembleia da República dizem que, naquela zona, a greve da Valorsul não se fez notar: "Isto aqui sempre cheirou mal", disse mesmo um transeunte.
No entanto acumulam-se lixo e deputados, prontos a reciclar, à porta da instituição.
Entretanto, o PS defendeu hoje que a presença policial no aterro da Valorsul é necessária para repor a legalidade (Sol). Só a presença ou há também cacetetes? E cães? Hum, parece que vai haver mai imundície para por no aterro.
Isto tudo é uma vergonha.
No entanto acumulam-se lixo e deputados, prontos a reciclar, à porta da instituição.
Entretanto, o PS defendeu hoje que a presença policial no aterro da Valorsul é necessária para repor a legalidade (Sol). Só a presença ou há também cacetetes? E cães? Hum, parece que vai haver mai imundície para por no aterro.
Isto tudo é uma vergonha.
18 novembro 2007
17 novembro 2007
15 novembro 2007
Ao Bruno Nogueira
O humor é uma das arte mais difíceis de desenvolver. É muito difícil o consenso no humor, alguns gostam outros não. Na pintura, escultura, nas letras existem também os que gostam e os que criticam, mas na comédia as coisas são mais complexas.
O humor também é extremamente maleável, permitindo que se faça piada com praticamente tudo, desde as guerras até à igreja. No entanto, alguns temas não merecem gozação.
Durante muito tempo, apenas tivemos uns poucos bons comediantes como o Herman, a Ana Bola, a Maria Ruef, o José Pedro Gomes e mais alguns. Neste momento, "eclodem" talentos como o Markl, os Gatos, o Unas, Bruno Nogueira, etc, etc...
Como desperdiço 2 horas por dia a andar de carro, tenho hipótese de ouvir alguns programas de comédia no rádio. Um desses programas é da autoria do Bruno Nogueira.
O Bruno Nogueira é um dos melhores humoristas actuais. É acutilante, inteligente e...alto. Tem uma rubrica na TSF que já me fez rir a bandeiras despregadas. Porém, num dos seus textos, o Bruno tentou fazer humor com dos temas que mais me revoltam e entristecem: a fome em África.
Podem sempre dizer que é possível que se faça piadas de negrinhos macérrimos, que lutam por migalhas num campo enlameado do Chade ou Sudão, que fogem da guerra mas lutam para sobreviver. Sim, humor para meninos que gordos, ocidentais, se riam, enquanto mastigam Doritos®.
Não fui capaz de rir.
Confesso que não ouvi até ao fim, até poderia ter alguma crítica enfiada pelo meio, mas não encontro justificação para se brincar com algo deste género. Podemos criticar governos, mostrando-lhes quão ignorantes são, mostrando a eles uma simples/complexa imagem de um semelhante a morrer de fome.
Obviamente será muito difícil o Bruno ter acesso a esta crítica, feita num obscuro blog da internet. No entanto, se a lesse, e como já referi, o inteligente humorista perceberia onde quero chegar.
Continua o bom trabalho que fazes, mas cuidado com alguns temas.
"O Artista é um bom artista. Não havia necessidade" Diácono Remédios
O humor também é extremamente maleável, permitindo que se faça piada com praticamente tudo, desde as guerras até à igreja. No entanto, alguns temas não merecem gozação.
Durante muito tempo, apenas tivemos uns poucos bons comediantes como o Herman, a Ana Bola, a Maria Ruef, o José Pedro Gomes e mais alguns. Neste momento, "eclodem" talentos como o Markl, os Gatos, o Unas, Bruno Nogueira, etc, etc...
Como desperdiço 2 horas por dia a andar de carro, tenho hipótese de ouvir alguns programas de comédia no rádio. Um desses programas é da autoria do Bruno Nogueira.
O Bruno Nogueira é um dos melhores humoristas actuais. É acutilante, inteligente e...alto. Tem uma rubrica na TSF que já me fez rir a bandeiras despregadas. Porém, num dos seus textos, o Bruno tentou fazer humor com dos temas que mais me revoltam e entristecem: a fome em África.
Podem sempre dizer que é possível que se faça piadas de negrinhos macérrimos, que lutam por migalhas num campo enlameado do Chade ou Sudão, que fogem da guerra mas lutam para sobreviver. Sim, humor para meninos que gordos, ocidentais, se riam, enquanto mastigam Doritos®.
Não fui capaz de rir.
Confesso que não ouvi até ao fim, até poderia ter alguma crítica enfiada pelo meio, mas não encontro justificação para se brincar com algo deste género. Podemos criticar governos, mostrando-lhes quão ignorantes são, mostrando a eles uma simples/complexa imagem de um semelhante a morrer de fome.
Obviamente será muito difícil o Bruno ter acesso a esta crítica, feita num obscuro blog da internet. No entanto, se a lesse, e como já referi, o inteligente humorista perceberia onde quero chegar.
Continua o bom trabalho que fazes, mas cuidado com alguns temas.
"O Artista é um bom artista. Não havia necessidade" Diácono Remédios
Lema do obstipado
"Existem coisas boas na vida, como o amor e a amizade. Mas, por vezes, nada é comparável ao doce libertar das necessidades"
09 novembro 2007
Viva a média
Dra. - ... e portanto, é isto a estatística.
Eu - Desculpe lá, xôtora, podia explicar novamente essas últimas definições?
Dra. - Bem, a média todos sabem, em relação a ##"%&%&/( e €@$%&&/, vocês devem fazer ?!"!#%$;:__=. Não se esquecer que #$%&$"(/) não é igual a ##"&/((=? e que ""#!&/%= é sempre > que "!|::LOT/&(. Certo?
Eu - Ok. Mas poderia por esses termos de forma mais simples? Desculpe lá.
Dra. - Certo, vamos lá. A média é o valor médio de uma distribuição, já a £{§[€}}]£(( é a #$G/(&D$% X %$)»«»&%$. O valor X é $%#$% e nunca > que "#$(/=?.
Eu - Olhe, não querendo ser chato, pode falar como se fosse para um miúdo do 4º ano?
Dra. - Puff! Vamos lá tentar. Média já sabemos, agora o valor !(&%#&$ é $%"& de "#$%$"gGW%$& e nunca > a SDRE%+/ porque //989# não é #$%). OK?
Eu - Este trabalho pode ter apenas médias?
Dra. - Sim, pode.
Eu - Ok. (suspiro de alívio)
Eu - Desculpe lá, xôtora, podia explicar novamente essas últimas definições?
Dra. - Bem, a média todos sabem, em relação a ##"%&%&/( e €@$%&&/, vocês devem fazer ?!"!#%$;:__=. Não se esquecer que #$%&$"(/) não é igual a ##"&/((=? e que ""#!&/%= é sempre > que "!|::LOT/&(. Certo?
Eu - Ok. Mas poderia por esses termos de forma mais simples? Desculpe lá.
Dra. - Certo, vamos lá. A média é o valor médio de uma distribuição, já a £{§[€}}]£(( é a #$G/(&D$% X %$)»«»&%$. O valor X é $%#$% e nunca > que "#$(/=?.
Eu - Olhe, não querendo ser chato, pode falar como se fosse para um miúdo do 4º ano?
Dra. - Puff! Vamos lá tentar. Média já sabemos, agora o valor !(&%#&$ é $%"& de "#$%$"gGW%$& e nunca > a SDRE%+/ porque //989# não é #$%). OK?
Eu - Este trabalho pode ter apenas médias?
Dra. - Sim, pode.
Eu - Ok. (suspiro de alívio)
07 novembro 2007
Desafino
Foi-me pedido gentilmente, pela mik@, para aceitar um desafio: escrever 5 frases absolutamente irreais e em seguida passar a 5 outras pessoas.
Então aí vão:
1- No próximo fds vou ver o jogo do Benfas no estádio da luz;
2- Tenho o último do Tony Carreira mas prefiro o do filhote;
3- Pornografia? Eu???
4- Meu sonho era ser político.
5-Vou passar este desafio a outros 5 gajos.
Já está.
Então aí vão:

1- No próximo fds vou ver o jogo do Benfas no estádio da luz;
2- Tenho o último do Tony Carreira mas prefiro o do filhote;
3- Pornografia? Eu???
4- Meu sonho era ser político.
5-Vou passar este desafio a outros 5 gajos.
Já está.
Escrevam-me... mas pouco!
Foi com grande alegria que recebi uma carta da GNR. É sempre bom quando nossos amigos das forças de segurança resolvem nos escrever. Pena que foi para pedir dinheiro!
Uma multa.
Para que servem as multas? Será que servem para educar os condutores? Será que servem para fazer com que se diminua a sinistralidade nas estradas? Porque será?
A meu ver, penso que a multa que recebi serviu para que pudesse relembrar todos os nomes ou palavras relacionadas com genitais masculinos. Lembrei-me das mães dos que me multaram, e não foi com carinho. Lembrei-me de tudo, menos de andar devagar ou de melhorar o comportamento nas estradas.
Eu nem sou de pisar muito, mas confesso que às vezes...
Numa dessas vezes tiraram uma bela foto do rabo amarelo do meu carro. Pena não ter tido tempo de lhes fazer um belo gesto com o dedo médio de qualquer das minhas 2 mãos... mas 'tava a conduzir.
Hoje, como represália a mim mesmo, resolvi cumprir o código (quase) à risca.
Seca, tédio, marasmo. Foi o que fui a pensar ao longo da longa viagem de hora e meia. No entanto percebi que não encontrava muitos camiões à minha frente, talvez pelo facto de eles andarem a uma maior velocidade que o meu popó.
Num curto troço de autoestrada que percorri encontrei um acelera. Ia eu a 120Km/h, no limite do for-de-jogo automóvel, mas um fulano resolveu colar-se à minha (do carro) traseira. Depois de me ultrapassar resolveu fazer sinais com as mão, aos quais respondi também (e não foram acenos); tudo muito cordial, portanto. Na saída da autoestrada, lá estava o imbecil na fila para pagar, e eu a passar alegremente pela via verde. não sei porque lembrei-me Jean de La Fontaine.
No fim da viagem reparei que, afinal, tinha demorado mais ou menos o mesmo tempo para fazer o trajecto. Não que queira dar razão aos fulanos do radar, mas talvez um pouco mais de paciência poupava-me uns cobres.
Ainda só tenho o aviso dos correios para levantar a multa, mas não sei porque não tenho muita vontade de ler o que os meus amigos da guarda têm a me dizer.
Uma multa.
Para que servem as multas? Será que servem para educar os condutores? Será que servem para fazer com que se diminua a sinistralidade nas estradas? Porque será?
A meu ver, penso que a multa que recebi serviu para que pudesse relembrar todos os nomes ou palavras relacionadas com genitais masculinos. Lembrei-me das mães dos que me multaram, e não foi com carinho. Lembrei-me de tudo, menos de andar devagar ou de melhorar o comportamento nas estradas.
Eu nem sou de pisar muito, mas confesso que às vezes...
Numa dessas vezes tiraram uma bela foto do rabo amarelo do meu carro. Pena não ter tido tempo de lhes fazer um belo gesto com o dedo médio de qualquer das minhas 2 mãos... mas 'tava a conduzir.
Hoje, como represália a mim mesmo, resolvi cumprir o código (quase) à risca.
Seca, tédio, marasmo. Foi o que fui a pensar ao longo da longa viagem de hora e meia. No entanto percebi que não encontrava muitos camiões à minha frente, talvez pelo facto de eles andarem a uma maior velocidade que o meu popó.
Num curto troço de autoestrada que percorri encontrei um acelera. Ia eu a 120Km/h, no limite do for-de-jogo automóvel, mas um fulano resolveu colar-se à minha (do carro) traseira. Depois de me ultrapassar resolveu fazer sinais com as mão, aos quais respondi também (e não foram acenos); tudo muito cordial, portanto. Na saída da autoestrada, lá estava o imbecil na fila para pagar, e eu a passar alegremente pela via verde. não sei porque lembrei-me Jean de La Fontaine.
No fim da viagem reparei que, afinal, tinha demorado mais ou menos o mesmo tempo para fazer o trajecto. Não que queira dar razão aos fulanos do radar, mas talvez um pouco mais de paciência poupava-me uns cobres.
Ainda só tenho o aviso dos correios para levantar a multa, mas não sei porque não tenho muita vontade de ler o que os meus amigos da guarda têm a me dizer.
02 novembro 2007
Acrescento à língua portuguesa
- coxo
- do Lat. coxu
- adj.,
- que coxeia ou manqueja;
- que coxeia ou manqueja;
- manco;
- manco;
- Brasil,
- capenga;
- fig.,
- não completo;
- não completo;
- diz-se de qualquer objecto a que falta um pé ou uma perna;
- diz-se de qualquer objecto a que falta um pé ou uma perna;
- s. m.,
- pessoa que coxeia;
- pessoa que coxeia;
- Beira, Trás-os-Montes,
- animal peçonhento;
- animal peçonhento;
- erupção na pele produzida por animal peçonhento.
- do Lat. coxu
Está tudo com o cu rompido!
O texto abaixo contém linguagem obscena. Este blog não se responsabiliza pelo inconveniente que este tipo de linguagem possa causar ao leitor; no entanto, por se achar que a ocasião era deveras importante, a gerência considerou abrir esta excepção e transcrever o que se segue:
"Ontem deu-se a estreia do filme português do ânus, ou melhor, do ano.
Foi com apalpanço, desculpem, pompa e circunstância que se vieram todos ao filme sobre a cu rompição em Portugal.
Todos os actores estiveram presentes à abertura das pernas, perdão, das portas para não perderem nádegas, hum... nada do filme.
Perguntada sobre o que achava da fita, Carolina Salgado respondeu:
"- Vim-me muitas vezes às lágrimas durante o filme. É muito realista, principalmente porque a actriz que faz de mim aparece muitas vezes de joelhos ou de costas, tal como eu fazia na vida real."
Ao ser perguntada se sentia nostalgia ao ver o filme chamou um assistente para que explicasse o que significava nostalgia e então respondeu:
"- Sinto saudades dos meus tempos de calor da noite. Era um tempo em que eu era reconhecida pelo que fazia e pagavam-me bem."
Quando lhe perguntaram se estava preocupada com a possibilidade de ser processada pelos crimes que desvenda no livro, a puta, peço desculpa, a pura senhora disse:
"-Supunhetemos que isso não passe de invaginação minha, neste país não há problema. Se me há-cu-sarem eu faço um broche ao juiz igual aos que minha avó, artesã, fazia."
Niculau Breyner também marcou presença, ele que tão bem interpreta um cu rompido na peni... película. Dizia estar muito feliz porque finalmente representava um papel importante e gostou imenso das cenas em que era obrigado a libertar gases: "foi a primeira vez que não tive de pedir desculpas por me peidar!" e deu uma gostosa gargalhada! Realmente uma interputação de mestre, vai-lhe valer uma nomeação para o oscar(alho)
Enquanto isso o realizador do filme não assina a pelugem, ou melhor, a película, por considerar que foi falta de bom gosto a forma como lhe montaram... o filme. Mas é sabido que, em questões de bom gosto, o mesmo realizador é um pouco esquisito.
Por favor vão ao cinema ver esta obrada. É muito importante que vocês gastem os vossos 5€ nesta merda, desculpem, mercadoria."
Da coluna de cutura do 25 Horas

Viva o bom cinema português!!!
"Ontem deu-se a estreia do filme português do ânus, ou melhor, do ano.
Foi com apalpanço, desculpem, pompa e circunstância que se vieram todos ao filme sobre a cu rompição em Portugal.
Todos os actores estiveram presentes à abertura das pernas, perdão, das portas para não perderem nádegas, hum... nada do filme.
Perguntada sobre o que achava da fita, Carolina Salgado respondeu:
"- Vim-me muitas vezes às lágrimas durante o filme. É muito realista, principalmente porque a actriz que faz de mim aparece muitas vezes de joelhos ou de costas, tal como eu fazia na vida real."
Ao ser perguntada se sentia nostalgia ao ver o filme chamou um assistente para que explicasse o que significava nostalgia e então respondeu:
"- Sinto saudades dos meus tempos de calor da noite. Era um tempo em que eu era reconhecida pelo que fazia e pagavam-me bem."
Quando lhe perguntaram se estava preocupada com a possibilidade de ser processada pelos crimes que desvenda no livro, a puta, peço desculpa, a pura senhora disse:
"-Supunhetemos que isso não passe de invaginação minha, neste país não há problema. Se me há-cu-sarem eu faço um broche ao juiz igual aos que minha avó, artesã, fazia."
Niculau Breyner também marcou presença, ele que tão bem interpreta um cu rompido na peni... película. Dizia estar muito feliz porque finalmente representava um papel importante e gostou imenso das cenas em que era obrigado a libertar gases: "foi a primeira vez que não tive de pedir desculpas por me peidar!" e deu uma gostosa gargalhada! Realmente uma interputação de mestre, vai-lhe valer uma nomeação para o oscar(alho)
Enquanto isso o realizador do filme não assina a pelugem, ou melhor, a película, por considerar que foi falta de bom gosto a forma como lhe montaram... o filme. Mas é sabido que, em questões de bom gosto, o mesmo realizador é um pouco esquisito.
Por favor vão ao cinema ver esta obrada. É muito importante que vocês gastem os vossos 5€ nesta merda, desculpem, mercadoria."
Da coluna de cutura do 25 Horas
Viva o bom cinema português!!!
Utopia ou sexo depois dos 60
Fiz um intervalo no trabalho e fui ao café, ou melhor, a uma pastelaria.
Pedi um café e um folhado qualquer e sentei-me à frente da televisão que estava um pouco acima da minha mesa.
Enquanto saboreava o lanche ouvia a televisão em altos berros, aliás a dita ouvia-se em toda a loja.
À minha volta encontravam-se inúmeros idosos, uns a conversar, outros a ler jornais, a ver televisão ou simplesmente a passar o tempo.
De repente, ecoam pela pastelaria gemidos de prazer e num instante todos os olhos miram a cena na televisão: um casal a fazer o amor!
Eu quase que me engasgo e ... olho também.
Na pequena assistência via-se reprovação (nas senhoras) gozo e saudade (os senhores).
Reparei depois em olhares na minha direcção, como me acusando de algo que,por mais que quisesse, não teria condições, nem de pensar, naquele instante.
Engoli um grande pedaço do que sobrava do folhado, queimei a goela com o resto do café a ferver e fui-me. Nem olhei para trás!
Deve haver pouca coisa mais constrangedora do que ver cenas de sexo na companhia de sexa(?)genários. Aqueles sonhos de aparecer nu em pleno intervalo das aulas pareceram perder toda a importância!
Pedi um café e um folhado qualquer e sentei-me à frente da televisão que estava um pouco acima da minha mesa.
Enquanto saboreava o lanche ouvia a televisão em altos berros, aliás a dita ouvia-se em toda a loja.
À minha volta encontravam-se inúmeros idosos, uns a conversar, outros a ler jornais, a ver televisão ou simplesmente a passar o tempo.
De repente, ecoam pela pastelaria gemidos de prazer e num instante todos os olhos miram a cena na televisão: um casal a fazer o amor!
Eu quase que me engasgo e ... olho também.
Na pequena assistência via-se reprovação (nas senhoras) gozo e saudade (os senhores).
Reparei depois em olhares na minha direcção, como me acusando de algo que,por mais que quisesse, não teria condições, nem de pensar, naquele instante.
Engoli um grande pedaço do que sobrava do folhado, queimei a goela com o resto do café a ferver e fui-me. Nem olhei para trás!
Deve haver pouca coisa mais constrangedora do que ver cenas de sexo na companhia de sexa(?)genários. Aqueles sonhos de aparecer nu em pleno intervalo das aulas pareceram perder toda a importância!
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