Hoje no jornal da tarde:
Repórter, na chegada das tropas de um lugar qualquer: "- Como é estar de volta à casa?"
Soldado: " Bem, estávamos todos à espera de voltar, mas correu tudo bem!"
Alguém explica?
26 novembro 2006
25 novembro 2006
19 novembro 2006
Dicas para uma vida mais saudável
Por experiência própria (ou talvez não), aqui vão algumas dicas para melhorar a qualidade de vida:
- Não cobiçar a mulher do próximo, quando o próximo estiver muito próximo;
- Não usar cinto quando estiver com diarreia;
- Não usar o ditado: "Um olho no burro e outro no cigano", num raio de 10 Kms de um aldeamento;
- Não ir ao estádio da luz com uma camisola do F.C.Porto (ou simplesmente não ir);
- Não assistir à TVI;
- Não cantar "Viva españa" no País Basco;
- Não ir à praia, nem deixar crescer a barba, se tencionarmos ir até Nova Iorque;
No futuro, mais dicas!
- Não cobiçar a mulher do próximo, quando o próximo estiver muito próximo;
- Não usar cinto quando estiver com diarreia;
- Não usar o ditado: "Um olho no burro e outro no cigano", num raio de 10 Kms de um aldeamento;
- Não ir ao estádio da luz com uma camisola do F.C.Porto (ou simplesmente não ir);
- Não assistir à TVI;
- Não cantar "Viva españa" no País Basco;
- Não ir à praia, nem deixar crescer a barba, se tencionarmos ir até Nova Iorque;
No futuro, mais dicas!
04 novembro 2006
A força da publicidade
"Polícia espanhola invade Banco Espírito Santo
Tanto a sede do Banco Espírito Santo (BES) em Espanha, como os balcões em Madrid e Barcelona..." (Público)
Nota do administrador do BES em espanha: "A guardia precisava de um empréstimo então veio ao BES!"
Tanto a sede do Banco Espírito Santo (BES) em Espanha, como os balcões em Madrid e Barcelona..." (Público)
Nota do administrador do BES em espanha: "A guardia precisava de um empréstimo então veio ao BES!"
Viva a língua portuguesa!!!
"Carlos César: entrevista de Jardim foi "cacofónica e tarouca"
O presidente do governo regional dos Açores, Carlos César, considera que a entrevista de ontem de Alberto João Jardim à RTP1 terá sido "cacofónica e tarouca" ..." (Público)
A língua portuguesa é um espanto, permite-nos chamar nomes às pessoas e ao mesmo tempo ter ar de culto.
Vejamos:
- Cacofonia: do Gr. kakophonia, som desagradável; s. f., som desagradável ou palavra obscena que resulta da ligação das letras finais de uma palavra com as letras iniciais da palavra seguinte;
- Tarouca: adj., prov., idiota; apatetado; desmemoriado pela idade.
Por outras palavras: "A entrevista de Alberto João Jardim foi desagradável ao ouvido, idiota e patética", mas podem escolher entre outras várias formas.
Espera-se que o Alberto responda ao seu estilo néscio.
O presidente do governo regional dos Açores, Carlos César, considera que a entrevista de ontem de Alberto João Jardim à RTP1 terá sido "cacofónica e tarouca" ..." (Público)
A língua portuguesa é um espanto, permite-nos chamar nomes às pessoas e ao mesmo tempo ter ar de culto.
Vejamos:
- Cacofonia: do Gr. kakophonia, som desagradável; s. f., som desagradável ou palavra obscena que resulta da ligação das letras finais de uma palavra com as letras iniciais da palavra seguinte;
- Tarouca: adj., prov., idiota; apatetado; desmemoriado pela idade.
Por outras palavras: "A entrevista de Alberto João Jardim foi desagradável ao ouvido, idiota e patética", mas podem escolher entre outras várias formas.
Espera-se que o Alberto responda ao seu estilo néscio.
30 outubro 2006
Dúvida...
Olha a mente desocupada!!!
- Um tornado que morreu mas que nasce de novo é um retornado?;
- O maior conto do vigário é "O crime do padre Amado"?
- A vaca é louca porque estão sempre a lhe apertar as tetas?
- Galinhas preguiçosas prantam ovos moles?
- O fala-barato que tem conversa fiada usa palavras caras?
- Vacas desidratadas dão leite em pó?
- Toda a comédia negra é feita em África?
- Um cubo muito grande é um cubão?
- Um dente que partiu nunca mais volta?
- Língua afiada corta conversa-mole?
- Um tornado que morreu mas que nasce de novo é um retornado?;
- O maior conto do vigário é "O crime do padre Amado"?
- A vaca é louca porque estão sempre a lhe apertar as tetas?
- Galinhas preguiçosas prantam ovos moles?
- O fala-barato que tem conversa fiada usa palavras caras?
- Vacas desidratadas dão leite em pó?
- Toda a comédia negra é feita em África?
- Um cubo muito grande é um cubão?
- Um dente que partiu nunca mais volta?
- Língua afiada corta conversa-mole?
Lindo cérebro
Por puro acidente, li uma trecho de uma entrevista da Shakira em que ela dizia que o cérebro era a parte mais bonita do seu corpo.
Bem, já que, de momento, aquela parte está inacessível, podemos nos concentrar nas partes "feias"?
Bem, já que, de momento, aquela parte está inacessível, podemos nos concentrar nas partes "feias"?
08 outubro 2006
Não pagamos, não pagamos, olê!!!
Depois do Exmo Srº Drº Dignissimo 1º ministro de Portugal ter dito que vão haver cortes em todos os ministérios (menos1) no próximo ano, eu tomei uma decisão:
Para o ano também vou cortar no pagamento dos meus impostos.
Para o ano também vou cortar no pagamento dos meus impostos.
Corta tudo!!!
No contínuo esforço para fazer um mau governo, José Sócrates já avisou que "pró" ano vai fazer cortes no orçamento. Sendo assim, já me preparei para os cortes na minha educação:
"Má q. gr FDP; PQP esse gajo! Vai sifu, pá! Vai pá casa do C."
Consegui economizar uma série de letras.
"Má q. gr FDP; PQP esse gajo! Vai sifu, pá! Vai pá casa do C."
Consegui economizar uma série de letras.
06 outubro 2006
Momento comercial
É o fim
Há poucos dias atrás ficamos sabendo que, afinal, parte do ouro dado aos árbitros no "apito dourado" era falso. Isso é assustador, nem na corrupção existem leis? Isso é o princípio do fim!!!!
30 setembro 2006
Viva Espanha!
"-Puta madre!!!"
Comentário de Cavaco Silva ao saber da nova gravidez da princezita Letícia.
Comentário de Cavaco Silva ao saber da nova gravidez da princezita Letícia.
23 setembro 2006
Lembrar 04/09/2006

(foto retirada do fórum : http://www.pearljammers.cjb.net/)
Quando dei por mim, estava no meio deles. Eram milhares, agrupados, aos encontrões, encharcados em suor mútuo. Extasiados, olhavam em conjunto para um ponto comum.
Eu? Eu estava perdido, num lugar fechado, quase escuro, com apenas algumas luzes ao fundo onde se fixavam os olhares dos "outros".
Era estranho o ambiente, o fumo, os cheiros, e a sensação...já passara por isso antes, pelo menos duas vezes. Algo naquele mundo era muito familiar e... acolhedor?
E os outros cantavam músicas sublimes, cheias de intenção e mensagem. Oravam em uníssono frases que eu também conhecia. Então, pensei: já ouvira essas músicas antes , centenas de vezes, mas ali soavam ainda mais verdadeiras, mais belas, mais minhas e mais deles.
Milhares de corações disparavam a cada novo acorde de uma guitarra nervosa mas aliada e uma bateria marcava o ritmo dos saltos daquela imensa plebe. O baixo susurrando, camuflado, escondido, as ordens cumpridas sem hesitação por um povo governado pela música.
De repente, ao fundo, uma voz familiar, que se destava das outras milhares; era a voz de um amigo, que já não via há alguns anos. Senti-me reconfortado, pois apesar de não conhecer nenhum daqueles outros seres que ali estavam, sabia que vinham pelo mesmo: o reencontro com amigos há muito ausentes.
Mas que amizade é essa que une tantos desconhecidos? Que paixão comum junta gente tão diferente? O que tinha eu em comum com eles? Como podia, agora, sentir-me tão bem num lugar tão diferente?
E vi tambérm ao fundo o que os outros viam, e percebi. Era algo que anceava há muito. Novemente estava com eles, éramos 6: 5 em palco e eu no meio de milhares. Tudo à volta esvaneceu, eram apenas 5 e eu.
Para o colega ao meu lado acontecia o mesmo: eram 5 e ele; e assim era para cada um dos outros 15 mil: apenas 5...
Compreendi por fim como podem tantos estarem felizes por apenas 5. Esses 5 formam 1. Um grupo que já me levou a muitos lugares diferentes por meio de canções, os melhores meios de transporte para sonhos e emoções. Memórias só abertas ao som de certas músicas.
Esses 5 eram Pearl Jam.
E, assim, tornei-me mais um, aborvido pela massa. Por duas horas fui servo mas fui feliz.
Voltem sempre!
Light- porno
Estreou-se esta semana a novela(?) "jura", na SIC. O primeiro episódio teve 1 hora de duração. No outro dia à tarde repetiram-no mas cortaram as cenas mais picantes... durou 2 minutos e meio.
25 agosto 2006
O torcicolo
Estou com torcicolo!!!
Quando conhecemos alguém e encontramos esse alguém na rua, por etiqueta, o cumprimentamos. Fazemos um gesto de simpatia, uma pequena cortezia.
Há vários tipos de cumprimento. Uns sorriem, outros dizem olá, outros ainda levantam a mão.
Mas há um tipo de aceno que me irrita: o cumprimento com a cabeça.
Esse consiste num movimento, para cima e para baixo, quase imperceptível. Parece um movimento do chicote. Faz um bem danado para a coluna.
Os idosos, por norma, privilegiam este a qualquer outro cumprimento.
Fui à terra dos meus pais este fim-de-semana, voltei com torcicolo.
Quando conhecemos alguém e encontramos esse alguém na rua, por etiqueta, o cumprimentamos. Fazemos um gesto de simpatia, uma pequena cortezia.
Há vários tipos de cumprimento. Uns sorriem, outros dizem olá, outros ainda levantam a mão.
Mas há um tipo de aceno que me irrita: o cumprimento com a cabeça.
Esse consiste num movimento, para cima e para baixo, quase imperceptível. Parece um movimento do chicote. Faz um bem danado para a coluna.
Os idosos, por norma, privilegiam este a qualquer outro cumprimento.
Fui à terra dos meus pais este fim-de-semana, voltei com torcicolo.
A festa de agosto
Aqui na minha "terra" as festas de verão realizaram-se no passado fim-de-semana.
Merecia um estudo de psicologia social. Toda a festa de agosto é algo de pitoresco, de cultural e incultural também; é um universo paralelo. Para quem quiser conhecer as várias facetas da vida na aldeia, devia, definitivamente, ir a uma festa em honra de um santo qualquer e de uma aldeia qualquer, seja Aldeia-de-baixo ou -de cima.
Na "minha" festa teve igreja, arraial, bailarico, bar, quermesse, enfim, toda a parafernália que, ano após ano, teima em surpreender.
Na "minha" festa houve procissão, onde as mulheres seguiam o xôr prior, a rezar, segurando velas. Deram a volta à igreja e passaram, estratégicamente, à frente do bar, onde os maridos, esses pecadores, de imperial na mão brindavam a honra de deus (baco?).
Na festa havia barracas da Ti Maria Tramoçeira, de balões, de (mais) imperial de cds pirastas e de muitas outras coisa inúteis.
Na "minha" festa houve rancho folclórico, houve filarmónica e velhinhos a dizer que "no meu tempo é que era, agora...".
Nessa festa havia imigrantes. Mooonnnntttesssss de imigrantes. Mas mesmo um mar deles. Vocês não estão a ver. Resmas, paletes, molhadas dele. Eles falam linguas estranhas, que não são reconhecíveis. Há quem diga que é françês, outros dizem que non. Até há quem fale que são os imigrantes de França os responsáveis pelo vento de Agosto aqui na zona, mas je pense que non!
Também teve o Srº organista, que insistiu no "chupa teresa" e no "apita o comboio", e os dançarinos que insistiram em se divertir com isso. Depois do organista houve um banda qualquer para as gentes jovens.
Entre o organista e a banda houve o leiloeiro. Esse personagem é um Srº conhecido da aldeia, que grita e cospe ao microfone enquanto tenta leiloar qualquer porcaria em nome do tal santo. Ainda grita em escudos: "é mile escudos!! É mile! É mile!"; não há santo que aguente.
Na festa houve jogos. Uns mais estúpidos, outros menos, mas estúpidos na mesma. O mais popular deste ano consistiu em acertar com um martelo num prego e "enterra-lo" num tronco com o mínimo de marteladas; no mínimo grotesco, mas o pessoal " se adverte".
Quando "deu" meia-noite, houve fogos. Algo inteligentíssimo. Pleno verão, seco, pinhal à toda a volta, nada mais sensato do que tentar acender essa fogueira gigante. Pelo menos a "terra" apareceria na TVI.
No fim da festa houve bebedeiras, aqui também conhecidas como cabras. Houve muitas cabras, portanto, no fim da festa; cabras, cabronas e cabritinhas ( o que me faz lembrar o organista de novo).
Esqueçam a pena de morte ou a prisão perpétua. Levem seus criminosos às festas!
Pró ano há mais.
Merecia um estudo de psicologia social. Toda a festa de agosto é algo de pitoresco, de cultural e incultural também; é um universo paralelo. Para quem quiser conhecer as várias facetas da vida na aldeia, devia, definitivamente, ir a uma festa em honra de um santo qualquer e de uma aldeia qualquer, seja Aldeia-de-baixo ou -de cima.
Na "minha" festa teve igreja, arraial, bailarico, bar, quermesse, enfim, toda a parafernália que, ano após ano, teima em surpreender.
Na "minha" festa houve procissão, onde as mulheres seguiam o xôr prior, a rezar, segurando velas. Deram a volta à igreja e passaram, estratégicamente, à frente do bar, onde os maridos, esses pecadores, de imperial na mão brindavam a honra de deus (baco?).
Na festa havia barracas da Ti Maria Tramoçeira, de balões, de (mais) imperial de cds pirastas e de muitas outras coisa inúteis.
Na "minha" festa houve rancho folclórico, houve filarmónica e velhinhos a dizer que "no meu tempo é que era, agora...".
Nessa festa havia imigrantes. Mooonnnntttesssss de imigrantes. Mas mesmo um mar deles. Vocês não estão a ver. Resmas, paletes, molhadas dele. Eles falam linguas estranhas, que não são reconhecíveis. Há quem diga que é françês, outros dizem que non. Até há quem fale que são os imigrantes de França os responsáveis pelo vento de Agosto aqui na zona, mas je pense que non!
Também teve o Srº organista, que insistiu no "chupa teresa" e no "apita o comboio", e os dançarinos que insistiram em se divertir com isso. Depois do organista houve um banda qualquer para as gentes jovens.
Entre o organista e a banda houve o leiloeiro. Esse personagem é um Srº conhecido da aldeia, que grita e cospe ao microfone enquanto tenta leiloar qualquer porcaria em nome do tal santo. Ainda grita em escudos: "é mile escudos!! É mile! É mile!"; não há santo que aguente.
Na festa houve jogos. Uns mais estúpidos, outros menos, mas estúpidos na mesma. O mais popular deste ano consistiu em acertar com um martelo num prego e "enterra-lo" num tronco com o mínimo de marteladas; no mínimo grotesco, mas o pessoal " se adverte".
Quando "deu" meia-noite, houve fogos. Algo inteligentíssimo. Pleno verão, seco, pinhal à toda a volta, nada mais sensato do que tentar acender essa fogueira gigante. Pelo menos a "terra" apareceria na TVI.
No fim da festa houve bebedeiras, aqui também conhecidas como cabras. Houve muitas cabras, portanto, no fim da festa; cabras, cabronas e cabritinhas ( o que me faz lembrar o organista de novo).
Esqueçam a pena de morte ou a prisão perpétua. Levem seus criminosos às festas!
Pró ano há mais.
Frase da semana
Bem, não é desta semana, mas vale a pena recordar!
" (...) o estado das nossas florestas não está no estado que deveria estar... quando vemos as imagens em chamas na TV(...) - António Costa, Ministro de Estado e da Administração Interna
Ai o estado do nosso Estado!
" (...) o estado das nossas florestas não está no estado que deveria estar... quando vemos as imagens em chamas na TV(...) - António Costa, Ministro de Estado e da Administração Interna
Ai o estado do nosso Estado!
16 julho 2006
O dia a dia do azeiteiro!
7:30 - O azeiteiro acorda depois de uma noite bem dormida, com sonhos bons, cheio de "gaijas" boas e carros tunning;
7:35 - Vai a casa-de-banho fazer seu xixizinho, mas não toma banho (para quê?);
7:40 - O azeiteiro toma o seu pequeno-almoço: café Kona e pão Bimbo, pra começar bem o dia;
7:45 - Volta à casa de banho, põe um pouco de perfume Bobo e sai de casa (sem escovar os dentes, que já são poucos);
7:50 - Pega na sua Besta, o carro de trabalho, e vai para a obra, trabalhar de trolha;
8:00 - Entra no trabalho;
8:05 - Tira a t-shirt e começa a trabalhar;
8:53 - Passa uma miúda e lança um piropo, tipo: "A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu!";
9:23 - Mais uma miúda: "És como um helicóptero: gira e boa!";
10:00 - Hora da bucha: pão Bimbo com "choirice" e uma mini sagres;
10:01 - Com a boca cheia, mais um piropo: "- Contigo filha, era até ao osso!", enquanto fuma um dos seus cigarros Bronco;
10:10 - Volta pró trabalho;
13:00 - Almocinho: punheta de bacalhau e mais uma mini sagres, um café Kona e um Licor de Merda, na Marisqueira;
14:00 - Trabalho;
14:56 - Mais uma pérola: "- Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo!", seguido do riso a "porco", tipo grunhido!;
!6:00 - Outro cigarro Bronco;
18:00 - Como nenhuma menina passa, resolve acabar o trabalho e vai para casa;
19:00 - Vai ao Pavilhão Atlântico comprar um bilhete para o concerto do Tony carreira, mas está esgotado;
19:30 - Consegue comprar um bilhete para ver Emanuel, no Coliseu;
20:00 - Veste sua roupa Bestini, e sai no seu Ford Bronco com mais 15 azeiteiros;
20:15 - Chega ao Cafe de Cona para ver o seu Benfica na TV;
20:30 - Com uma mini na mão: "- Tens um cú que parece uma cebola!É de comer e chorar por mais!", acompanhado dos risos dos amigos;
20:45 - Benfica sofre um golo;
21:23 - Benfica sofre outro golo;
22:00 - Depois de 22 minis, 3 sandes de coiratos, 24 piropos idiotas e uma derrota do Benfica, o azeiteiro sai do café com os amigos e vai para sua terra, Coina-a-Velha;
22:45 - Veste o pijama e liga a televisão no "fiel/infiel" da TVI;
23:50 - Vai para cama: amanhã é um novo dia.
7:35 - Vai a casa-de-banho fazer seu xixizinho, mas não toma banho (para quê?);
7:40 - O azeiteiro toma o seu pequeno-almoço: café Kona e pão Bimbo, pra começar bem o dia;
7:45 - Volta à casa de banho, põe um pouco de perfume Bobo e sai de casa (sem escovar os dentes, que já são poucos);
7:50 - Pega na sua Besta, o carro de trabalho, e vai para a obra, trabalhar de trolha;
8:00 - Entra no trabalho;
8:05 - Tira a t-shirt e começa a trabalhar;
8:53 - Passa uma miúda e lança um piropo, tipo: "A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu!";
9:23 - Mais uma miúda: "És como um helicóptero: gira e boa!";
10:00 - Hora da bucha: pão Bimbo com "choirice" e uma mini sagres;
10:01 - Com a boca cheia, mais um piropo: "- Contigo filha, era até ao osso!", enquanto fuma um dos seus cigarros Bronco;
10:10 - Volta pró trabalho;
13:00 - Almocinho: punheta de bacalhau e mais uma mini sagres, um café Kona e um Licor de Merda, na Marisqueira;
14:00 - Trabalho;
14:56 - Mais uma pérola: "- Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo!", seguido do riso a "porco", tipo grunhido!;
!6:00 - Outro cigarro Bronco;
18:00 - Como nenhuma menina passa, resolve acabar o trabalho e vai para casa;
19:00 - Vai ao Pavilhão Atlântico comprar um bilhete para o concerto do Tony carreira, mas está esgotado;
19:30 - Consegue comprar um bilhete para ver Emanuel, no Coliseu;
20:00 - Veste sua roupa Bestini, e sai no seu Ford Bronco com mais 15 azeiteiros;
20:15 - Chega ao Cafe de Cona para ver o seu Benfica na TV;
20:30 - Com uma mini na mão: "- Tens um cú que parece uma cebola!É de comer e chorar por mais!", acompanhado dos risos dos amigos;
20:45 - Benfica sofre um golo;
21:23 - Benfica sofre outro golo;
22:00 - Depois de 22 minis, 3 sandes de coiratos, 24 piropos idiotas e uma derrota do Benfica, o azeiteiro sai do café com os amigos e vai para sua terra, Coina-a-Velha;
22:45 - Veste o pijama e liga a televisão no "fiel/infiel" da TVI;
23:50 - Vai para cama: amanhã é um novo dia.
07 julho 2006
Acordei
Durante quase um mês vivi um sonho.
Nesse sonho morada neste mesmo Portugal, mas num Portugal diferente, sem corrupção, sem crime, sem greves, sem défices ou inflação. Neste Portugal, todos eram amigos, todos estavam unidos em torno de um ideal, sem rivalidades ou preconceitos; por um pequeno lapso de tempo éramos todos portugueses mesmo!
E durante o sonho, fomos arrepiando caminho; lutando e trabalhando; vencendo batalhas, por vezes, perdidas à partida. Recordei Camões e seus versos orgulhosos, ouvi o hino cantado em uníssono por milhões. Revivi "guerras" contra africanos, persas, latinos, holandeses, e até contra o nosso mais antigo aliado: Inglaterra; e todos vencemos, com raça, força, garra e glória!
Fomos exemplo para os maiores!
Neste país de sonho, a última batalha foi travada contra um velho desafeto. Desde o tempo das invasões napoleónicas, que os gauleses nos atormentam. Nos invadiram no passado, nos roubaram no presente.
E o sonho acabou!
Acordei transpirado, com raiva, com um sentimento ainda não inventado, mescla de angústia, revolta e tristeza; mas não decepção, pois fomos melhores!
Hoje acordei triste, mas orgulhoso, e quando me peguntarem, direi que sou português!
Ps: Forza AZZURRA!!!!
Nesse sonho morada neste mesmo Portugal, mas num Portugal diferente, sem corrupção, sem crime, sem greves, sem défices ou inflação. Neste Portugal, todos eram amigos, todos estavam unidos em torno de um ideal, sem rivalidades ou preconceitos; por um pequeno lapso de tempo éramos todos portugueses mesmo!
E durante o sonho, fomos arrepiando caminho; lutando e trabalhando; vencendo batalhas, por vezes, perdidas à partida. Recordei Camões e seus versos orgulhosos, ouvi o hino cantado em uníssono por milhões. Revivi "guerras" contra africanos, persas, latinos, holandeses, e até contra o nosso mais antigo aliado: Inglaterra; e todos vencemos, com raça, força, garra e glória!
Fomos exemplo para os maiores!
Neste país de sonho, a última batalha foi travada contra um velho desafeto. Desde o tempo das invasões napoleónicas, que os gauleses nos atormentam. Nos invadiram no passado, nos roubaram no presente.
E o sonho acabou!
Acordei transpirado, com raiva, com um sentimento ainda não inventado, mescla de angústia, revolta e tristeza; mas não decepção, pois fomos melhores!
Hoje acordei triste, mas orgulhoso, e quando me peguntarem, direi que sou português!
Ps: Forza AZZURRA!!!!
Subscrever:
Comentários (Atom)



